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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Marcadores de livros - 327

Detalhe do coche dos Condes da Ericeira 
Detalhe do coche dos Patriarcas 
Detalhes do coche dos Oceanos

Lisboa, Museu dos Coches

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Ainda o novo Museu dos Coches


Novo edifício do Museu dos Coches
 
Carruagem de D. João VI
Nunca critico nada que não conheça por experiência própria, seja literatura, expressões artísticas ou como neste caso, um Museu. Por isso não dei opinião sobre o novo Museu dos Coches até o ir visitar, como fiz hoje à tarde. E não só fui ao novo edifício, como ao Picadeiro Real. A primeira constatação é que as carruagens têm uma muito maior visibilidade e se podem apreciar de vários ângulos, coisa que no antigo era praticamente impossível dada a escassez de espaço. A segunda é que, apesar de ter sido dito que se iriam expor librés, selas e arreios e outros apetrechos ligados à arte equestre e especialmente ao uso dos coches, o que é exposto é ridiculamente pouco e duas das vitrines apenas têm varais, o que não é nem estético nem muito interessante. A terceira é que com as paredes completamente despidas, com a excepção das vitrines, mais parece um armazém do que um museu. Sei que os actuais descendentes do Marquês de Fontes e 1º marquês de Abrantes que chefiou a embaixada de D. João V ao Papa Clemente XI e cujos coches estão expostos, depositaram no Museu um grande e belíssimo retrato do seu antepassado que não está  lá exposto. A quarta é que as legendas são muito escassas e há imensas carruagens, sejam coches de aparato, berlindas ou cadeirinhas que despertam a curiosidade e o visitante fica em branco ou  compra um livrinho na loja ou depois da visita vai ao site do Museu e lê a sua história e descrição. Estão agora na colecção mais trinta e cinco viaturas que estavam no Paço de Vila Viçosa, mas não se percebe quais são. Ou esta forma de expor é um novíssimo conceito de museologia ou então ainda vai ser melhorado, espero eu. De qualquer maneira não me convenceu.
Vitrine com traje de "neto" e foto de D. Manuel II vestido de "neto"
 

Actual aspecto do Picadeiro Real de Belém
No Picadeiro Real, o antigo museu escolhido pela Rainha Dona Amélia, sua instituidora, estão uns sete ou oito coches, meia dúzia de artefactos a eles ligados e vários retratos de membros da Família Real – não vi o retrato lindíssimo da Senhora Dona Amélia por ela oferecido – e de outros utilizadores das carruagens. E só para visitar o Picadeiro Real pagam-se 4 euros, sendo que já se têm que pagar 6 no museu principal. Claro que o espaço tem uma beleza que o novo edifício não tem, mas não justifica este “meter a mão” no bolso dos visitantes. Curiosamente não vi nenhuma indicação no novo museu de que o antigo era visitável.   Gostaria que o Picadeiro albergasse no futuro  espectáculos da Escola Portuguesa de Arte Equestre, como acontece em Viena de Áustria. Assim se fazem as coisas em Portugal, cujos governantes andam eufóricos com o incremento que o turismo está a ter: realizam inaugurações antes das eleições e depois  se verá.  

segunda-feira, 18 de maio de 2009

No Dia Internacional dos Museus

Duas sugestões para hoje, Dia Internacional dos Museus :

- No Museu Nacional de Arte Contemporânea- Museu do Chiado, há uma maratona de visitas orientadas às exposições As Cores da Vanguarda. Arte na Roménia 1910-1950 e Arte Moderna em Portugal 1910-1945.

- No Museu dos Coches, há um passeio real junto ao rio, em que é dada aos visitantes a possibilidade de passear de charrete entre as 10h e as 17h30.