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quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Espero por todos às 20h00

Vamos estar todos no Scala a ouvir:

E depois, vamos festejar o aniversário do nosso prosimetronista no restaurante La Malmaison, na Via Comune Antico, em Milão:
Está uma mesa reservada para os nove prosimetronistas.
E para quem gostar de ostras...

segunda-feira, 7 de março de 2011

Teatro alla Scala



Cá estamos do outro lado da rua da pastelaria Cova, para assistir ao concerto de Lang Lang (piano), Francesco De Angelis (violino) e Alfredo Persichilli (violoncelo). Vamos ouvir: Trio élégiaque n. 1 em sol menor, de Rachmaninov; Trio n. 1 em ré menor op. 49, de Mendelssohn; e Trio con pianoforte em lá menor op. 50 «Em memória de um grande artista», de Tchaikovsky.
Espero que tenha gostado da escolha. Bom concerto!


Aqui um trio de peso (Lang Lang, Vadim Repin e Misha Maisky) a tocar a peça de Tchaikovsky.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Adolf Hohenstein num museu que gostava de visitar !

Gostava de visitar o museu do Teatro alla Scala em Milão. Estive em Milão mas não tive oportunidade de lá ir. Os desenhos dos trajes apresentados são da ópera Manon Lescaut de Puccini que tenho andado a ouvir. O autor dos desenhos é Adolf Hohenstein (1852-1928), um pintor, desenhador e ilustrador, inserido no grupo Art Noveau italiano.
Adolf Hohenstein nasceu em S. Petersburgo. Não encontrei nenhuma ilustração dele da ópera Manon Lescaut mas deixo esta litografia dos fabricantes de sabão Chiozza e Turchi que acho deliciosa.
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Uma ilustração de Adolf Hohenstein, 1899.

"Color lithograph advertising poster for Chiozza e Turchi soap manufacturers".



Adolf Hohenstein, Des Grieux. Atto II. Torino, Teatro Regio, 1 febbraio 1893.

Manon Lescaut. Proprietà Museo Teatrale alla Scala.

Adolf Hohenstein, Manon Lescaut, Atto II. Torino, Teatro Regio, 1 febbraio 1893.

Manon Lescaut. Proprietà Museo Teatrale alla Scala.

Adolf Hohenstein, Manon Lescaut, Atto II. Torino, Teatro Regio, 1 febbraio 1893.

Manon Lescaut. Proprietà Museo Teatrale alla Scala.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Uma voz do momento

Anita Rachvelishvili estudava no Conservatório de Tiblissi, Geórgia, quando foi convidada a transferir-se para a Academia do Scala. Passados apenas dois anos, graças à sua voz e à confiança depositada por Barenboim, está já a desempenhar um papel principal num dos mais famosos teatros de ópera do mundo. É a Carmen desta temporada. Ouçamo-la com Jonas Kaufmann.

domingo, 7 de dezembro de 2008

Don Carlo no alla Scala

Iniciou-se hoje, às 17 horas, a abertura da temporada do teatro alla Scala, de Milão, com a ópera de Verdi, "Don Carlo". A mais longa ópera do compositor italiano, que na versão actual demora quatro horas e que teve que sofrer vários cortes, foi tocada pela primeira vez no mesmo teatro em 10 de Janeiro de 1884.


Com libreto de François Joseph Méry e Camille du Locle, sobre a peça de Friederich Schiller, "Don Carlos, Infante de Espanha", foi traduzida para italiano por Achille de Lauziéres e Angelo Zanardini. Nesta versão, hoje apresentada,´conduz a a orquestra do teatro milanês Daniele Gutti e são intérpretes, Giuseppe Filianoti, Don Carlo, Ferruccio Furlaneto, Filipe II, Dalibor Jenis, Rodrigo, Fiorenza Cedolins, Isabel de Valois e Dolore Jazick, como Princesa de Éboli.
O teatro alla Scala foi inaugurado em 1778, com a ópera "L' Europa Riconosciuta" de Antonio Salieri ,sob os auspícios da Imperatriz Maria Teresa de Áustria, em substituição do Real e Ducal Teatro de Milão, que ardeu em 1776.




Jose Carreras (Don Carlo) e Piero Cappuccilli (Rodrigo) no dueto "Dio che dell alma infondere" da ópera Don Carlo, de Verdi, no Festival de Salzburgo, em 1986, com direcção de Herbert von Karajan

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Crónicas de Itália - IV

I costumi di Scena
Homenagem a Callas


[Fato de Alexandre Benois para Maddalegna di Coigny (Andrea Chénier, Giordano); 1955]
[Ulisse Sartini (1943-), Retrato de Callas, óleo sobre tela, Milano, Museo Teatrale alla Scala]


Voltamos, ao Museo Teatrale alla Scala, em Milão, para o rever com mais calma. Na visita anterior, a 16 de Setembro de 2007, fizéramos parte, eu e M., do turbilhão de gente que esgotava o espaço. Nesse dia o mítico teatro de música clássica evocava Maria Callas, lembrando a passagem dos 30 anos da morte da diva de origem grega, nascida, em Nova York, em 1923.
A homenagem, que o la Scala organizou a Callas, foi composta por duas mostras e um filme: “I costumi di scena” [Trajes de palco] (Museo Teatrale); “Immagini dietro le quinte” [Imagens de bastidor] (Ridotto dei palchi “A. Toscanini”); e “Callas Assoluta”, estreia mundial do documentário de Philippe Kohly (Teatro alla Scala).
Continua ainda em cena a exposição dedicada à roupa usada por Callas durante as representações no la Scala. São cerca de uma trintena os vestidos expostos usados pela diva na década de cinquenta. Embora a maioria sejam desenhados e concebidos por Nicola Benois, temos também criações assinadas por Franco Zeffirelli; Alexandre Benois; Piero Zuffi; Salvatore Fiume; Leonor Fini; e Mario Vellani Marchi. Perante cada um tentamos idealizar a personagem. Desde Imogene (Il pirata, Bellini) a Fedora Romazoff (Fedora, Giordano), passando por Elisabetta di Valois (Don Carlo, Verdi), por Lady Macbeth (Macbeth, Verdi), por Rosina (Il barbiere di Siviglia, Rossini), por Costanza (Il ratto dal serraglio, Mozart), e tantas, tantas outras... Sonhamos com a voz de Callas em confronto com a veste.... imaginamos o corpo e a cena.
Vale a pena revisitar o elegante “mundo” de Callas.
As mostras foram acompanhadas pela edição de um maravilhoso catálogo, sob a responsabilidade de Vittoria Crespi Morbio, Maria Callas : Gli anni della Scala, (Allemandi & C.), que integra ainda um disco, La Callas alla Scala, onde se podem escutar trechos das mais memoráveis representações, para além de duas partes de uma entrevista.
“La Diva invade la scena e invade la vita”... fica-nos a lembrança da forma de um corpo de onde saiu uma das vozes mais imortais. A ver, ou rever, até 30 de Setembro de 2008.


...Vissi d'arte, vissi d'amore... (Tosca)

[Em 6 de Setembro de 2007, o Scala ficou ainda marcado no nosso imaginário, por outro acontecimento. Foi lá que, num êxtase de comoção, prestamos homenagem a Luciano Pavarotti, no dia da sua morte, minutos antes de assistirmos ao Don Quixote, numa coreografia de Rudolf Nureyev para a Música de Lugwig Minkus]