Prosimetron

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domingo, 22 de junho de 2014

Manhãs de Cascais

«Se nas manhãs calmosas de Cascais, depois do banho, enquanto espera pelo almoço, depois do almoço, enquanto se espera pelo crocket, dois olhos cheios de luz peninsular, negros como o azeviche ou azuis como a safira, deixarem cair, um pouco por acaso, os seus divinos reflexos sobre estas páginas efémeras, ficará justificado o título do livro, que não aspira a viver mais tempo do que a espuma, que uma onda traz à praia e que morre ali...»
Alberto Pimentel - Manhãs de Cascaes. Lisboa: Ferin, 1893, p. 3

Está justificado o título. Mas é uma fraca justificação. :(

Alberto Pimentel em 1869

3 comentários:

APS disse...

Mas não deixa de ser "romanticamente" bonito..:-))
Bom domingo!

MR disse...

Claro. E o livro até é engraçado. Já reproduzi outros extratos, como o da menina com o fanico, qual Cavaco Silva... :)
Bom domingo!

ana disse...

Deve ser interessante!:))
Bom dia.