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quinta-feira, 23 de abril de 2026

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Verso e reverso.

Verso e reverso.

Com agradecimentos a Justa, Mondopunts e Pini.

12 comentários:

Mª Luisa disse...

Muito lindos todos os marcadores.
Bom dia do livro !

Abraços

Chelo disse...

Feliz Día del Libro.

Cláudia Ribeiro disse...

Feliz Dia do Livro e que NUNCA nos faltem!
Bonitos marcadores!
Bom dia! 📚🌺🎵

Maria disse...

Lindos marcadores.
Feliz Dia do Livro!📚

MR disse...

Feliz dia para todas! Boas leituras! 📖

JAVIER disse...

Muy bonitos. Feliz día para todos.
Abrazos.

MR disse...

Boa tarde! Um abraço.

Pini disse...

Casi finalizando, Feliz Día del Libro
Boa noite

Justa disse...

Nas últimas horas do Día do Libro, desexo teñades disfrutado dun día tan especial.

Apertas.

Fernando FIRMINO disse...

Nesta relevante e (cada vez mais) indispensável "Jornada" Internacional do LIVRO e dos Direitos de Autor, não resisto à despretensiosa (e, no entanto, oportuna) sugestão pessoal de duas Obras:

1) Alfredo CALDEIRA e João ESTEVES (org.), "TARRAFAL, Campo de Concentração - Presos Políticos e Sociais", Edições Colibri, 2024; 2) Edmundo PEDRO, "MEMÓRIAS - Um Combate pela Liberdade", Âncora Editora, 1.º vol., 2007 (com Prefácio de Mário SOARES), e 2.º vol., 2011(prefaciado por Vasco LOURENÇO).

A razão da minha (espontânea) iniciativa reside, sobretudo, numa "efeméride" de inquestionável interesse: foi há 90 anos, em 23 de Abril de 1936, que a ditadura fascista instituiu, formalmente (pelo Decreto-Lei n.º 26.539), o sinistro Campo de Concentração do TARRAFAL, um dos "sítios" mais insalubres da Ilha de Santiago, no Arquipélago de Cabo Verde, com a eufemística e hipócrita designação de "Colónia Penal"...

Conhecido como o "Campo da morte lenta", aquele inferno colonial, verdadeiro "microcosmos" concentracionário, permanece, de facto, como um dos terríveis símbolos da repressão Salazarista, conforme os impressionantes testemunhos de múltiplas vítimas "Tarrafalistas". Temos o exemplo modelar da dolorosa experiência (divulgada, como sabemos, nas "Memórias") de Edmundo PEDRO (1918-2018), corajoso resistente antifascista e coerente "dissidente" do P"C"P.

[Recorde-se, a propósito, que uma outra História (alternativa, "não oficial"...) do Partido Revisionista, com o respectivo "enxame" de chocantes contradições e miseráveis traições, foi, em devido tempo, publicada nas páginas, disponíveis nos próprios meios digitais específicos, da preciosa e marcante Revista "O Tempo e o Modo".]

Muito Boa Noite!

MR disse...

Não li este livro, mas vou fazê-lo em breve. Estive nos milhares de pessoas que acompanharam os caixões dos mortos que vieram do Tarrafal e saíram na SNBA para o Alto de São João, penso que em 1978.
Bom dia!

MR disse...

Bom dia, Pini e Justa!