Este marcador é do livro de Gregório Duvivier, À flor da língua.
Li o livro da esq. e gostei. Tive pena de não conseguir ver a peça no teatro. Pode ser que seja reposta.
Gosto muito de Teolinda Gersão. Ainda não li o livro da esq. que está no monte.
E uns brasileiros:
De cima para baixo: dois de Carlos Drummond de Andrade e dois de João Guimarães Rosa.
De cima para baixo: Lygia Fagundes Telles, dois de Machado de Assis e Rubem Braga.
No Dia Mundial da Língua Portuguesa.







8 comentários:
Muito bem celebrada a Lingua Portuguesa e o livro do qual temos a sinopse deve ser muito interessante e ameno.
Bom dia da Lingua!
Abraços
Bonitos a variados marcadores para celebrar a Língua Portuguesa.
Boas leituras!📚
Para o ano, escolherei alguns africanos, de acordo com os marcadores que tiver.
Bom dia para as duas.
Unos marcapáginas muy apropiados para un día tan especial como este.
Abraços.
"Miguilim" é um dos contos (novela?) maiores da língua portuguesa - uma maravilha! Foi uma óptima escolha sua.
Boa noite.
Não resisti a geminar..:-)
Neste importante DIA Mundial DA LÍNGUA PORTUGUESA, importa reconhecer que os Países Lusófonos singularizam-se pela diversidade das suas expressões linguísticas e literárias.
É neste contexto que, francamente, não vislumbro um único "argumento" para se manterem, em 2026, as imposições do ininteligível (DES)ACORDO Ortográfico, contra o qual se erguem múltiplas Figuras esclarecidas (de louvar, a este respeito, o persistente e fundamentado combate cultural de Nuno PACHECO, distinto - e decisivo - Redactor do "PÚBLICO")!
Relendo um dos sucessivos e pedagógicos contributos para uma imprescindível compreensão e clarificação do magno problema [Manuel REIS, "O 'Acordo Ortográfico' do Rio de Janeiro de 1986" (Aveiro, Estante Editora, 1989, p. 117)], encontro as seguintes e desafiantes palavras do último Capítulo do referido volume, que o Autor redigiu em Maio de 1987:
"É tempo de pôr termo a tais desmandos e descaminhos. É hora de recobrar a recta razão e um pensamento sereno, crítico e realista, sem os quais não se fará nem abrirá o justo caminho. Isso mesmo, porque... 'Caminero, no hay camino; se hace camino al andar', segundo a bem encontrada fórmula do poeta sevilhano, António Machado."
Ainda a propósito das reconhecidas formas de criatividade literária de Expressão Portuguesa, é de elementar justiça recordar a simbólica data de ontem, aniversário do ilustre Cidadão e ESCRITOR Luso-Angolano José LUANDINO VIEIRA (pseudónimo de José Vieira Mateus da Graça), nascido numa Aldeia (Lagoa de Furadouro) do Concelho de Vila Nova de OURÉM, a 4 de Maio de 1935.
Nesta ocasião especial, em que eu acabo de apreciar, num Cinema de Lisboa, o impressionante filme "CHÃO VERDE de Pássaros Escritos", realizado por Sandra CRUZ, que não esquece a (des)conhecida e dolorosa experiência de LUANDINO VIEIRA no Campo de Concentração do TARRAFAL, recordo o impacto memorável da metafórica "catana literária" de "LUUANDA", o livro que, em 1965, enfureceu e abalou o regime colonial-fascista.
Foi, curiosamente, nesse ano que António PAULOURO, saudoso (e, de facto, muito corajoso) Director do "Jornal do Fundão", ousou publicar a notícia da atribuição do Grande Prémio de Novelística da Sociedade Portuguesa de Escritores a LUANDINO Vieira, o que valeu ao prestigioso Semanário Fundanense a suspensão - por cinco longos meses - e outras medidas nefastas de repressão!...
Ver as imagens (tão expressivas) e escutar as memórias (naturalmente, escolhidas) daquele documentário, em torno do Autor dos "PAPÉIS DA PRISÃO", constituiu, pois, uma "jornada" plena de emoções! Não esqueceremos nunca a farsa dos (falsos) "brandos costumes" de António SALAZAR, cuja PIDE não hesitou em assaltar, destruir e encerrar a própria Sociedade de Escritores!!!...
Muito Boa Noite!
Ainda não fui ver o doc sobre Luandino Vieira, mas irei.
Bom dia para todos.
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