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terça-feira, 5 de maio de 2026

Marcadores de livros - 3710


Este marcador é do livro de Gregório Duvivier, À flor da língua.


Li o livro da esq. e gostei. Tive pena de não conseguir ver a peça no teatro. Pode ser que seja reposta.

Gosto muito de Teolinda Gersão. Ainda não li o livro da esq. que está no monte.

E uns brasileiros:
De cima para baixo: dois de Carlos Drummond de Andrade e dois de João Guimarães Rosa.
De cima para baixo: Lygia Fagundes Telles, dois de Machado de Assis e Rubem Braga.

No Dia Mundial da Língua Portuguesa.

8 comentários:

Mª Luisa disse...

Muito bem celebrada a Lingua Portuguesa e o livro do qual temos a sinopse deve ser muito interessante e ameno.
Bom dia da Lingua!
Abraços

Maria disse...

Bonitos a variados marcadores para celebrar a Língua Portuguesa.
Boas leituras!📚

MR disse...

Para o ano, escolherei alguns africanos, de acordo com os marcadores que tiver.
Bom dia para as duas.

Justa disse...

Unos marcapáginas muy apropiados para un día tan especial como este.

Abraços.

APS disse...

"Miguilim" é um dos contos (novela?) maiores da língua portuguesa - uma maravilha! Foi uma óptima escolha sua.
Boa noite.

APS disse...

Não resisti a geminar..:-)

Fernando FIRMINO disse...

Neste importante DIA Mundial DA LÍNGUA PORTUGUESA, importa reconhecer que os Países Lusófonos singularizam-se pela diversidade das suas expressões linguísticas e literárias.

É neste contexto que, francamente, não vislumbro um único "argumento" para se manterem, em 2026, as imposições do ininteligível (DES)ACORDO Ortográfico, contra o qual se erguem múltiplas Figuras esclarecidas (de louvar, a este respeito, o persistente e fundamentado combate cultural de Nuno PACHECO, distinto - e decisivo - Redactor do "PÚBLICO")!

Relendo um dos sucessivos e pedagógicos contributos para uma imprescindível compreensão e clarificação do magno problema [Manuel REIS, "O 'Acordo Ortográfico' do Rio de Janeiro de 1986" (Aveiro, Estante Editora, 1989, p. 117)], encontro as seguintes e desafiantes palavras do último Capítulo do referido volume, que o Autor redigiu em Maio de 1987:

"É tempo de pôr termo a tais desmandos e descaminhos. É hora de recobrar a recta razão e um pensamento sereno, crítico e realista, sem os quais não se fará nem abrirá o justo caminho. Isso mesmo, porque... 'Caminero, no hay camino; se hace camino al andar', segundo a bem encontrada fórmula do poeta sevilhano, António Machado."

Ainda a propósito das reconhecidas formas de criatividade literária de Expressão Portuguesa, é de elementar justiça recordar a simbólica data de ontem, aniversário do ilustre Cidadão e ESCRITOR Luso-Angolano José LUANDINO VIEIRA (pseudónimo de José Vieira Mateus da Graça), nascido numa Aldeia (Lagoa de Furadouro) do Concelho de Vila Nova de OURÉM, a 4 de Maio de 1935.

Nesta ocasião especial, em que eu acabo de apreciar, num Cinema de Lisboa, o impressionante filme "CHÃO VERDE de Pássaros Escritos", realizado por Sandra CRUZ, que não esquece a (des)conhecida e dolorosa experiência de LUANDINO VIEIRA no Campo de Concentração do TARRAFAL, recordo o impacto memorável da metafórica "catana literária" de "LUUANDA", o livro que, em 1965, enfureceu e abalou o regime colonial-fascista.

Foi, curiosamente, nesse ano que António PAULOURO, saudoso (e, de facto, muito corajoso) Director do "Jornal do Fundão", ousou publicar a notícia da atribuição do Grande Prémio de Novelística da Sociedade Portuguesa de Escritores a LUANDINO Vieira, o que valeu ao prestigioso Semanário Fundanense a suspensão - por cinco longos meses - e outras medidas nefastas de repressão!...

Ver as imagens (tão expressivas) e escutar as memórias (naturalmente, escolhidas) daquele documentário, em torno do Autor dos "PAPÉIS DA PRISÃO", constituiu, pois, uma "jornada" plena de emoções! Não esqueceremos nunca a farsa dos (falsos) "brandos costumes" de António SALAZAR, cuja PIDE não hesitou em assaltar, destruir e encerrar a própria Sociedade de Escritores!!!...

Muito Boa Noite!

MR disse...

Ainda não fui ver o doc sobre Luandino Vieira, mas irei.
Bom dia para todos.