Só soube da existência de Simonne Vidal, mulher de Marc Bloch, quando ela entrou no Panteão no passado dia 23 de junho, junto ao marido, ambos em cenotáfio. Para além de mulher, ela teve um papel importante como assistente de investigação do historiador. Apoiou o marido quando ele entrou na Resistência e quando ele foi preso pela Gestapo, foi a Lyon para saber dele, sendo hospitalizada com um cancro no estômago. Morreu no hospital, quinze dias depois do marido ter sido fuzilado, e foi enterrada numa fossa comum.
«Ballade triste», poema de Marc Bloch para a sua mulher.

3 comentários:
Que triste! Quantas vidas foram assim perdidas... e seguimos.
Um abraço
Muito triste, como diz Maria Luisa.
Bom dia para as duas!
Bom dia para as duas.
Enviar um comentário