Assim se chama a casa que Rodin comprou em 1895, em Meudon, nos arredores de Paris, e em cujo parque construiu pavilhões onde realizou muitas das suas obras.
Há muitos anos que eu queria visitar este museu. Finalmente, em meados deste mês, fui até Meudon e gostei muito da casa e da vila.
Sala de antiguidades.
Rodin está enterrado debaixo de <i>O Pensador</i>.




11 comentários:
Belas fotos de um sonho concretizado. Irei ver (e rever) o vídeo mais tarde.
Um abraço da Maria🌻
Parabéns por cumprir o teu desejo ! Merece a pena .
Bom domingo
Cumplir los deseos siempre es maravilloso. Ha merecido la pena.
Uno de los grandes escultores de todos los tiempos
Bom domingo
Que maravilha!
Uma viagem inesquecível, de certeza!
Gosto muito de Rodin!
Bom domingo!
Gosto de ver os locais onde pessoas que eu admiro viveram.
Bom domingo para todos.
A casa é linda (desconhecia a sua existência, obrigada por mais este presente). Mas o que me galvaniza são as obras ali presentes, é para mim um mistério saber retirar da pedra tamanha expressividade. A arte de esculpir prostra-me. Desvanece-me.
Boa semana
Rodin é talvez o meu escultor preferido.
Bom domingo!
Mi felicitación por haber visitado el museo de Rodin. Como se puede ver por las fotos, lo has disfrutado (y ahora nosotros también). Voy a ver el vídeo.
Apertas de fin de fin de semana.
Boa semana!
Por falar em "sítios" patrimoniais marcantes (de acordo com o espírito subjacente às palavras de MR, vale a pena visitar os locais onde certas Figuras admiráveis viveram), lamento constatar que, neste contexto (fundamental), apenas conheço uma "outra" instituição museológica, Parisiense, relacionada com RODIN! Na prática, ignoro, pois, as características da emblemática Casa-Museu, em Meudon; um Burgo ao qual, como sabemos, ficaram, indelevelmente, associados outros nomes célebres, como François RABELAIS e Ambroise PARÉ...
A propósito, lembro-me de algumas referências toponímicas (e, sobretudo, socioculturais), nos arredores de Paris, que, pessoalmente, considero "obrigatórias", entre as quais, Versailles, Malmaison, Meaux, Fontainebleau e Barbizon.
E, agora, no seguimento (imediato) do simbólico Dia Mundial do Turismo, que ontem (domingo, 27) foi assinalado, lembrei-me de um inesquecível texto de Maria JUDITE DE CARVALHO ["Os Bárbaros", in "Este Tempo" (Ed. Caminho, 1991)], onde, de forma muito original, a saudosa "cronista da solidão" exprime a sua irónica visão de "um grupo loiro e colorido de 'vikings' " que, longe das concepções (turísticas) socialmente sustentáveis, "enchem os hotéis de todas as estrelas que há na Terra e também os parques de campismo onde erguem as suas tendas de paz"...
Para quem, como nós, teve a satisfação de visitar, recentemente (e em grupo), o heterogéneo e belíssimo território dos Pirenéus, a leitura de um livro, interessantíssimo, de Ferreira de CASTRO (1898 - 1974), "Pequenos Mundos e Velhas Civilizações / Petits Mons i Velles Civilitzacions - Andorra, 1929" [uma edição bilingue (em português e catalão), de 2008, que contou com o louvável apoio do próprio Ministério dos Negócios Estrangeiros do Principado de Andorra], constituiu, na verdade, uma das maiores surpresas literárias e humanas que já tive!...
Quando, no último fim-de-semana, o Sumo Pontífice Romano (ou antes, Norte-Americano) visitou o Santuário de Lourdes, cujos mecanismos socioeconómicos, de acordo com um reconhecido viajante [A. ALVES MOTTA Sobrinho, in "Peregrinações pelo Velho Mundo" (Ed. Franciscana, 1995, p. 34)], "exploram a indústria e o comércio das coisas de devoção" Mariana, tive o natural (e elementar) cuidado de consultar, de novo, diversos elementos bibliográficos sobre a Região Pirenaica, onde se integra a respeitosa Fé na imagem da "Imaculada Conceição", anichada na turística Gruta de Massabielle, local da primeira "aparição" a Bernadette Soubirous.
Com humor básico, carregado de preconceitos reaccionários, um Autor "peregrino", A. MALÇA CORREIA, conta, nas suas memórias ["Viagens", ed. EDA, 1992, p. 25]: "[Em 1962, na "Esplanada" do Santuário], no meio da algarviada de muitas línguas, percebi a portuguesa. Um grupo folclórico do Ribatejo, convidado para actuar em determinada cidade francesa, naturalmente quis passar por Lourdes. Dirigia-se, na altura, para a Gruta. (...) Perguntei a uma [jovem] do grupo: 'Où est la Grotte?' A portuguesa, uma rapariga do campo, envergonhada e esquiva, volta instintivamente a cara para o lado, com a mão encenando, em jeito de quem era estrangeiro e não percebia nada daquela língua. Ao denunciar-me falando em português, olha-me, com espanto, e todos nos rimos e confraternizámos, por instantes."
Afinal, o "viandante", confesso admirador de "São José Maria" e da muito estranha organização Opus Dei (como refere, de forma explícita, na p. 24), gozava com alguém que, por razões óbvias, nunca frequentara os anfiteatros universitários e/ou os próprios liceus salazaristas!!!...
Votos de excelente semana para todo(a)s!
Não sabia que Rabelais e Ambroise Paré tinham uma ligação a Meudon. Deste último, aliás, só sei que foi médico.
Das localidades perto de Paris que refere não conheço Meaux e Barbizon, que já esteve na minha lista de localidades a visitar depois de ter lido alguns livros sobre o grupo de Barbizon. As outras localidades (e palácios) já visitei.
Gosto muito da escrita de Maria Judite de Carvalho e vou reler essa crónica que refere. É difícil apanhar um bom cronista.
Boa semana!
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