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quarta-feira, 30 de abril de 2014

Humor pela manhã



O meu riso é mais para o amarelo ... , mas elas lá vão concorrendo apesar de todas as limitações.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Para quem não viu...

Conferência de Vítor Pereira na Arábia Saudita, Até fiquei com respeito por ele. O melhor será ele por-se ao fresco.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Humor pela manhã



Se uma mulher conduz um automóvel, isso pode ter efeitos fisiológicos negativos, como demonstram os estudos médicos, já que afecta os ovários e empurra a pélvis para cima.

- Declarou recentemente o xeique Aleh Al-Luhadain, justificando a continuada proibição das sauditas poderem guiar um carro.

Nós achamos graça, mas as mulheres sauditas lá continuam a sua luta para tentar revogar esta e outras proibições mais ou menos absurdas. O pior é que algumas das proibições até são justificadas pela " saúde e dignidade das mulheres "...

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Números



30

mulheres nomeadas para o Conselho Consultivo da Arábia Saudita pelo Rei  Abdallah. Uma novidade que  tem provocado sucessivas manifestações de protesto por parte de súbditos mais extremistas junto ao palácio real.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Coisas da Arábia...


Na Arábia Saudita está prestes a ser aprovada legislação que visa alargar os direitos das mulheres sauditas. Desde logo, para as mulheres juristas: as advogadas já poderão ir a tribunal, e passam a poder ir ao notário sem terem de levar uma testemunha.

domingo, 28 de dezembro de 2008

Entretanto na Arábia Saudita

Foi conhecida há poucos dias a decisão judicial sobre o caso da menina saudita de 8 anos cuja mãe se dirigiu a um tribunal para pedir o divórcio da dita menina. Não é engano, foi mesmo um pedido de divórcio de uma menina de 8 anos.
Aqui fica a história em resumo: O pai da menina, sobre quem recaíam várias dívidas, assinou, depois de receber seis mil euros, um contrato de casamento entregando a sua filha de 8 anos a um "noivo" de 58 anos.
A mãe da menina requereu, como já referi, o divórcio da sua filha, argumentando que o casamento ainda não foi consumado e que a menina continua a viver consigo.
Conheceu-se agora a sentença: O Tribunal negou o pedido de divórcio, decidindo que a menor deveria permanecer com o seu "noivo" até à puberdade, desde logo por uma questão de legitimidade- segundo as leis sauditas as mães não podem apresentar pedidos de divórcio relativamente às suas filhas. Apenas a menina poderá pedir o divórcio depois de atingir a puberdade.
Pois é, temos que respeitar as diferentes culturas, religiões e sistemas legais, mas sinceramente a condição das mulheres ( e das mães ) em alguns países islâmicos quanto a mim deixa muito a desejar...