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segunda-feira, 17 de março de 2025

Arrumações - 6

O que encontrei numas arrumações: programas (dobrados em 3 partes iguais) de duas idas ao cinema para ver filme com Nureyev. Já os pus junto da minha pequena nureyeviana.


Já não devia haver bilhete com boa visibilidade na plateia, local da sala que eu costumava escolher. Não me lembrava que o 1.º balcão do São Jorge se chamava «de luxo». 




Nureyev faria hoje 87 anos. E o Cinema São Jorge fez 75 anos no passado dia 24 de fevereiro.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Números



1 205 000

euros - foi o preço, em leilão, do edifício onde funcionou o cinema King. Comprado por um " anónimo ". Seria bom que tivesse um destino cultural, mas duvido muito ...

quarta-feira, 21 de maio de 2014

O mais antigo cinema de Lisboa


Em 1904 abriu as portas a primeira sala de cinema do país. Falamos de Cinema Ideal, «o melhor e mais antigo animatógrafo de Lisboa», localizado ali mesmo no coração da cidade, junto à Praça de Luís de Camões, no Bairro Alto. São 110 anos de filmes e histórias, agora eternizados em O Cinema Ideal e a Casa da Imprensa, de Maria do Carmo Piçarra, hoje posto à venda pela Guerra & Paz, por €14,00.
«Há 110 anos a mostrar filmes, o Ideal tem uma história que se confunde, em Portugal, com a da exibição cinematográfica popular. Quando a Casa da Imprensa – Associação Mutualista se tornou, em 1926, proprietária do prédio onde funciona, o Ideal já não era um cinema de estreia. Antes, fez história com a invenção do «animatógrafo falado» e revelou António Silva. Foi o primeiro sonoro de René Clair a introduzir esta atracção no «Loreto» mas não travou a decadência da sala, gerida, desde a instauração da República, pela Costa & Carvalho e progressivamente preterida em favor dos salões luxuosos ou dos grandes cinemas das avenidas. 
A Casa da Imprensa assume agora, com a Midas, a aposta na requalificação do espaço e da programação da mais antiga sala de cinema do País. Honra o pioneirismo da associação na organização de festivais e ciclos de cinema, na divulgação do cinema de autor e no apoio ao novo cinema português. E reivindica uma acção que quis contrariar a censura do Estado Novo. É esta história que aqui se conta. 
É este passado – o do Ideal, sala de cinema popular, e o da associação de jornalistas que, desde 1962, assumiu a divulgação cinematográfica como missão – que converge num «acto de Primavera». O Cinema Ideal renasce como um espaço de exibição cinematográfica a pensar no futuro, assumindo-se cinema de bairro, como sempre foi, mas cinema do mundo e com mundo.»
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=703297

Está na minha lista de compras.