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domingo, 21 de abril de 2024

Ventos de Liberdade. A Revolução de Abril pelo olhar de Ingeborg Lippmann e Peter Collis

Manifestação do MRPP no Rossio, em Lisboa, 1974
© Fundação Mário Soares e Maria Barroso / Peter Collis 

Esta exposição que se encontra no Museu do Oriente até 19 de maio mostra-nos a revolução pelo olhar de Ingeborg Lippmann e Peter Collis. Revela imagens inéditas de dois fotojornalistas estrangeiros que acompanharam a revolução e retrataram um país que Abril transformou profundamente. Ao serviço de The Times, o britânico Peter Collis cobriu diversos acontecimentos da vida política portuguesa e colaborou com a prestigiada revista americana Time. Já a fotojornalista alemã Ingeborg Lippmann, correspondente do jornal The New York Times, captou e registou as vidas, as condições sociais e os contextos que marcaram esses tempos. (Adaptado da newsletter.)

quinta-feira, 7 de setembro de 2023

Marcadores de livros - 2775

Nobori ou estandarte dos Shichifukujin. Japão, Era Meiji (1868-1912)
Têxtil policromado.
Lisboa, Museu do Oriente.

Duas japonesas. Marcadores artesanais, com vários tipos de papel.

quarta-feira, 6 de setembro de 2023

Na senda dos leques orientais

Esta exposição está no Museu do Oriente e encerra na segunda-feira. Se puderem, vão vê-la. Vale a pena.
«Entre os séculos XVI e XIX, o comércio de leques chineses conquistou os mercados europeu e americano. Feitas de diferentes materiais, estas peças tornaram-se um adereço indispensável para os chineses durante as dinastias Ming e Qing. Cantão e Macau viriam a destacar-se como importantes centros de comércio e fabrico de leques.» (Do site.)


segunda-feira, 18 de julho de 2022

Menus na Museu do Oriente

 

Menus em forma de paleta com pinturas de personagens orientais.
1.º quartel do século XX
Conjunto de menus com desenhos de paisagens e atividades orientais.
1.ª metade do século XX.
Menus com motivos japoneses, oferecidos pelo Journal des Demoiselles.
Séculos XIX-XX.

Uma bela exposição de seleção de menus orientais de Gonçalo de Vasconcellos e Sousa. Só é pena não haver catálogo. Ou um guia, como em tempos o Museu do Oriente fazia por um preço baixo das suas exposições. Pode ser vista até 25 de setembro.

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Marcadores de livros - 723


À esq.: Biombo namban (pormenor). Período Edo, ca 1600. 
À dir.: Cão. Pintura atribuída Kitagawa Sosetsu, século XVII.
Em baixo: Pano de armar bordado com personagens do Romance dos Três Reinos. China, ca 1993.
Museu do Oriente.

sábado, 27 de maio de 2017

O Olhar da Sibila – Corporalidade e Transfiguração.

Pomar - Le bain turc, d'après Ingres, 1968
Rui Sanches - Madame Récamier, segundo David
Li Yousong - Sem título, 1999

«A metamorfose do corpo, interpretada por artistas dos séculos XX e XXI em oitenta e uma obras, mostra-se em O Olhar da Sibila – Corporalidade e Transfiguração.
«A exposição constitui uma iniciativa pioneira ao reunir obras de arte pertencentes a seis colecções institucionais, que revelam o trabalho de dinamização cultural e artística de outras tantas fundações: Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva, Fundação Caixa Geral de Depósitos – Culturgest, Fundação EDP, Fundação Millennium bcp, Fundação Oriente e Fundação PLMJ.
«Entre os 37 artistas representados contam-se Maria Helena Vieira da Silva e Arpad Szenes, Helena Almeida, Julião Sarmento, Noé Sendas, Ângela Ferreira e Fernanda Fragateiro, Susanne Themlitz, Leonor Antunes, Li Yousong, Adriana Molder ou ainda Ramiro Guerreiro entre outros. São da sua autoria os trabalhos expostos, em fotografia, vídeo, desenho, pintura, escultura e instalações, a par de um conjunto de livros de artistas.»
Ana Vidigal - Bild date, 2002
Fernanda Fragateiro - Estante e coleção de livros de autores que se suicidaram, 2000
(Em baixo, alguns dos livros expostos.)

Ana Vieira - Sem título, 1968
Ana Jota - LDJ, Luz de Jota, 2001
Nuno Barreto - Mesa comum 3, 1999 
Nuno Barreto - Noiva manchu, 1992
Guo Jin - Little chair, 2002

Exposição patente até dia 18 de junho, no Museu do Oriente, tem alguns quadros bastante bonitos, para além dos de Arpad Szènes.

domingo, 21 de maio de 2017

A Ópera Chinesa



Encontra-se no Museu do Oriente a exposição A Ópera Chinesa, que provém da colecção Kwok On. Podemos ver cerca de 280 peças tais como trajes, perucas, toucados, modelos de maquilhagem, marionetas, gravuras, pinturas e instrumentos musicais, bem como fotografias e vídeos.


«Considerada um dos tesouros culturais da China, a ópera tradicional surgiu em finais do século XI, agregando elementos de formas artísticas bastante mais antigas. É uma síntese de várias artes, que engloba canto, música, fala, mímica, dança, técnicas de maquilhagem, acrobacia e artes marciais com manipulação de adereços como armas, barbas e leques.
 
 

«Tradicionalmente representada sem cenários, e com um vasto repertório, a principal característica da ópera chinesa é estar no ponto oposto do realismo. A voz nunca é natural e os movimentos, muito estilizados e simbólicos, exprimem os sentimentos da personagem de acordo com um rigoroso imperativo estético.
«É este universo pleno de simbolismo e grande riqueza material, que a exposição A Ópera Chinesa se propõe mostrar, através das histórias, objetos e personagens que a compõem.
«Mergulhando os visitantes na experiência do espetáculo, na entrada da exposição encontra-se a reconstituição de um cenário de ópera, um vídeo de uma atuação, instrumentos musicais das óperas de Pequim e Cantão e a recriação do camarim da aclamada estrela operática Mei Lan-Fang (1894-1961). «Tal como as representações de ópera eram muitas vezes antecedidas de bailados ou danças propiciatórios, também a exposição apresenta vestes, máscaras e outros acessórios usados nestes rituais que visavam garantir a protecção dos deuses para os actores e público.»

A exposição pode ser vista até final de 2018.