Prosimetron

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segunda-feira, 12 de agosto de 2019

Derniers impressionnistes - Le temps de l’intimité

Esta exposição tem itinerado em França. Está até 29 de setembro em Quimper.

René Xavier Prinet - La plage de Cabourg, ca 1910
Col. particular
Henri Le Sidaner - Le Pont Aven, 1913
Singer Museum


domingo, 7 de julho de 2019

Um quadro por dia - 463


Uma tela da série dos " meules ", pintadas no Inverno de 1890-91 em Giverny. Esta foi vendida a 14 de Maio, na Sotheby's de Nova Iorque, pelo equivalente a 98,7 milhões de euros, ainda longe do recorde absoluto de 2016 : 110 milhóes ...

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Boa noite!

O quadro de Monet está aqui em geminação com o Arpose. O documentário já estava agendado:

Monet - Boulevard des Capucines, 1873-1874 
Kansas City, Nelson Atkins Museum of Art


domingo, 25 de novembro de 2018

Marcadores de livros - 1214

Maurice Denis - Portrait d'Yvonne Lerolle en trois aspects (pormenor), 1897


Yvonne Lerolle já aqui apareceu no blogue a propósito dos retratos que Renoir pintou dela.

Para Paula e Rui Lima que já visitaram o museu de Maurice Denis. Um trio de prosimetronistas não teve a mesma sorte quando foi a Saint-Germain-en-Laye porque o museu estava em obras.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

12 de novembro de 1918


No dia a seguir ao Armistício, Claude Monet quis fazer uma homenagem em grande à Paz. O pintor anuncia a Clemenceau a sua intenção de oferecer ao estado dois painéis decorativos que estão em fase de acabamento que ele entende «assinalarem o dia da Vitória»: «É pouca coisa, mas é a única maneira que tenho de tomar parte na vitória», diz Monet ao seu grande amigo Clemenceau. O pintor deseja que o político escolha as telas destinadas ao Musée des Arts décoratifs. 
Leia este episódio aqui.

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Berthe Morisot com raminho de violetas


Mercredi 1er juillet [1998]

J’ai vu ce matin […] le portrait que manet a fait de Berthe Morisot en 1872. Il a alors 40 anos, elle 31. C’est un tableau bouleversant de vivacité, de curiosité, d’amour. Une victoire de la Commune de Paris, en noir positif. Berthe est la belle-soeur de manet, mais surtout sa belle-soeur. Dans le bouquet de violettes du corsage s’affirme la victoire sur la mort (Morisot). Le sourire de la mort. Manet avait été très déprimé, l’année précédante, par les massacres de la Semaine sanglante. […] 
Ce Manet est un des plus beau portraits du monde. Il illumine ma journée.» 

Philippe Sollers in L’année du Tigre, p. 155-156

quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Um quadro por dia - 428


Uma das últimas telas de Konstantin Korovin ( 1861-1939 ) , esta La Véranda, de 1922, que esteve desde 1925 em mãos francesas até passar para mãos russas num leilão de Julho.

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Impressionismo e Vanguarda



Até 2 de setembro de 2018, o Palazzo Reale em Milão tem uma exposição sobre Impressionismo e Vanguarda, na qual mostra 50 obras-primas do Museu de Arte de Filadélfia, «uma oportunidade única para admirar obras dos maiores pintores na viragem do século» da coleção de Louise e Walter Arensberg,

Henri Matisse - Senhora sentada na poltrona, 1920
Marc Chagall - De noite, 1943

terça-feira, 1 de maio de 2018

Gare de Saint Lazare

Monet- Exterior da Gare de Saint Lazare, 1877

Este quadro pertencia a Peggy e David Rockfeller e vai ser leiloado pela Christie's este mês, com uma base de $40 000 000,00.

sábado, 31 de março de 2018

Japonismos impressionistas


A abertura comercial e diplomática do Japão em 1868 revelou aos artistas ocidentais uma estética radicalmente diferente daquela que lhes fora ensinada durante séculos.
A arte japonesa proporcionou um novo vocabulário plástico, que logo inspirou a criação artística na Europa e nos Estados Unidos.
A estética do Ukiyo-e baseava-se em códigos radicalmente diferentes dos que eram ensinados aos alunos da Escola de Belas Artes. A eficácia as suas imagens deveu-se à vivacidade das cores, à ausência de qualquer modelagem ou volume das formas tratadas em cores sólidas, bem como à originalidade das composições baseadas na assimetria. Além disso, como os impressionistas, os mestres da gravura só pretendiam celebrar a natureza e a vida contemporânea. Os pintores mais inovadores foram sensíveis ao refinamento de uma arte que respondia às suas aspirações, abrindo caminho para uma verdadeira revolução estética.
Desde a década de 1980, o japonismo tem sido tema de inúmeras exposições e o fenómeno tem-se mostrado tão vasto que pareceu ao Musée des Impressionismes de Giverny relevante evocar essas manifestações no plural, dado que preferem falar de impressionismos.
Esta exposição centra-se no impacto no trabalho da arte japonesa em pintores da geração impressionista e pós-impressionista, desde a década de 1870 até o início do século XX. Claude Monet, que foi um dos primeiros artistas franceses a interessar-se pela gravura japonesa, está no centro da exposição.
Bem gostava de ver esta exposição, visitar os jardins de Giverny e almoçar em Les Nymphéas. Seria uma bela véspera de Páscoa.


sexta-feira, 9 de março de 2018

Mary Cassatt: Une impressionniste américaine à Paris


Mary Cassatt foi considerada no seu tempo como a maior artista americana, mas ela viveu mais de 60 anos em França. Foi a única artista americano que expôs com os impressionistas em Paris, depois de Degas ter reparado nela no Salon de 1874. 
Descendente de uma família de banqueiros americanos de ascendência francesa, Mary Cassatt passou alguns anos da sua infância em França, tendo estudado na Academia de Belas Artes da Pensilvânia, antes de se instalar definituvamente em Paris. Como Berthe Morisot, Mary Cassatt sobressai na arte do retrato e tem a sua maior inspiração nos membros da sua família que retrata no quotidiano íntimo.
No Museu Jacquemart-André estão expostas até 23 de julho cerca de 50 obras de Mary Cassatt, entre óleos, pastéis, desenhos e gravuras. 

Mary Cassatt - Cuidados maternais, ca 1891
Lisboa, Museu Gulbenkian