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segunda-feira, 25 de maio de 2026

Marcadores de livros - 3728


«Não falta, no século XX, literatura dedicada a atrocidades, mas é raro encontrar-se um relato escrito do ponto de vista de um cúmplice do crime. Regra geral, os autores envergonham-se desse papel. Mas, ao falarmos dos campos de concentração, o termo 'cúmplice' esvazia-se de sentido. A máquina é impessoal; a responsabilidade vai transitando de quem cumpre as ordens para quem lhas deu, sempre, até chegar ao topo.» (Czeslaw Milosz - A mente aprisionada. 2.ª ed. Amadora: Cavalo de Ferro, 2019, p. 159)
Esta é a introdução a um conto de um autor identificado como Beta sobre a chegada de um «transporte» a um campo de concentração. Páginas que devem ser lidas, mas com o estômago preparado.
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1 comentário:

Maria disse...

Há muito tempo que não compro nada com Auschwitz no título. Li quase tudo o que havia para ler na juventude e ao longo do vida. Tenciono reler e rever alguns livros, filmes e séries que ainda tenho cá em casa...
Cada vez acredito menos em deuses, em povos escolhidos e, sobretudo, nos homens.
Boa tarde!