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terça-feira, 14 de fevereiro de 2023

O chá das cinco - 154

Roma, 10 fev. 2023.
Foto Jad.

«Há poucas horas na vida mais agradáveis do que a hora dedicada à cerimônia conhecida como chá da tarde.»
Henry James

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Esplanadas de Paris - 12

Ca 1900.

«As esplanadas parisienses espantam Henry James. Segundo o historiador Georges Lenotre, as primeiras apareceram no mês de junho de 1815. Tortoni, vendo os seus salões congestionados, decide colocar tamboretes frente à porta para que os clientes possam degustar um gelado no exterior. Outros cafés têm a ideia de pendurar lanternas nas árvores ao fim do dia. A inovação tem tanto sucesso que os estabelecimentos elegantes decidem seguir esta moda, como um rebanho, de onde este local passa a ser conhecido, durante algum tempo, como boulevard Panurge [Panurge é um personagem de Pantagruel que atira uma ovelha ao mar para que o rebanho a siga].
«Entre a rue Le Peletier e o cruzamento de Montmartre, são também instaladas cadeiras, mas sem lanternas: é o boulevard sombre reservado aos transeuntes à procura de encontros fortuitos.»

Jean-Paul Caracalla - En remontant le boulevard. Paris: La Table Ronde, 2012, p.18-19

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Marcadores de livros - 634

Estes marcadores são do romance Julia Bride, de Henry James, escritor que me é muito querido. Não conheço este livro, publicado em 1909, que me parece não estar traduzido em português.
O postal já o havia postado na caixa do correio, no ano passado. Entretanto, recebi os marcadores da editora dÉpoca - sempre lindos.

Obrigada, Luisa!

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

A arte do retrato - 209


O grande Henry James pelo grande John Singer Sargent , um óleo sobre tela de 1913, oferecido pelo escritor à National Portrait Gallery em 1916, onde ainda o podemos ver .

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Marcadores de livros - 546

Mais uns lindos marcadores da Impedimenta:

Todos de escritores ingleses, exceto o último que é uma irlandesa. Destes livros só li os de George Eliot, Thomas Hardy e Penelope Fitzgerald.
Destes americanos, só li, e gosto, Edith Wharton e Henry James.

Obrigada, Luisa.

domingo, 21 de agosto de 2016

O chá das cinco - 96

Richard Emil Miller - Afternoon Tea

«There are few hours in life more agreeable than the hour dedicated to the ceremony known as afternoon tea.»
Henry James

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Ideia e imagem



John Singer Sargent - Retrato de Henry James, 1912

«Toda a boa história é, bem entendido, ao mesmo tempo uma imagem e uma ideia, e quanto mais elas se interpenetram, melhor o problema está resolvido.»
Henry JamesGuy de Maupassant
Epígrafe num livro que comprei hoje para oferecer.

sábado, 23 de maio de 2009

Daisy Miller, Henry James: uma novela trivial um filme delicioso.

Daisy Miller de Henry James Num destes dois últimos Verões, não preciso qual, estava na praia com o Diário de Notícias, jornal para ler enquanto tomava café; o jornal trazia de oferta um livrinho de Henry James: Daisy Miller. Na altura não o li e, agora, numa das minhas viagens de comboio, resolvi repousar os olhos na sua escrita. O livro narra um conjunto de circunstâncias e viagens enriquecedoras da forma mais trivial que até então lera. Retrata parte de uma família americana em viagem pela Europa. O narrador é um jovem estudante americano que trava conhecimento com a jovem americana Daisy Miller, rica e coquete. Eis aqui um excerto passado em Roma: “Vamos ficar todo o Inverno se não morrermos de febre; e acho que ficaremos. É muito mais agradável do que pensei; receei que fosse terrivelmente calmo; tinha a certeza que seria muito ocioso. Pensava que andaríamos por aí sempre com um daqueles horríveis velhotes que explicam quadros e coisas. Mas tivemos apenas uma semana disso, e agora estou a divertir-me. Conheço tanta gente, e são todos tão encantadores. A sociedade é extremamente selectiva. Há pessoas de todo o tipo – ingleses, alemães e italianos. Creio que gosto sobretudo dos ingleses. Aprecio o seu estilo de conversação. Mas há americanos encantadores. Nunca vi nada tão hospitaleiro. Todos os dias há qualquer coisa para fazer.” Henry James, Daisy Miller, (tradução de Maria João Bento) Lisboa: Livros de bolso Europa-América, 2007, p. 57. Daisy Miller de Peter Bogdanovich é um filme de 1974, com Cybill Shepherd no papel de Daisy Miller e Barry Brown no de Frederick Winterbourne.