O Expresso da semana passada trazia uma longa entrevista com Teresa Ricou, artista e fundadora do Chapitô, recentemente distinguida pela Fundação Gulbenkian. Uma entrevista bastante interessante, que provavelmente estará on-line no sítio do jornal. Retive uma resposta da Tété ( nome artístico da entrevistada ) que me chamou a atenção:" (...) Sou boa noutras coisas, mas não lhe posso dizer... Fui conhecida como a melhor cama de Lisboa. Já estou de barriga cheia. Agora quero é continuar a escola no porto de Lisboa, conseguir avançar para o quarto ano da especialidade. Já falei com quatro universidades."
Convenhamos que é pouco habitual uma figura pública fazer tais revelações, mas lá que desperta a curiosidade é inegável.