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domingo, 22 de dezembro de 2013

Natal ... doce


É seguramente o do hotel Intercontinental Le Grand, em Paris, com a sua árvore de Natal composta de 8000 macarons Ladurée. Quatro metros para comer com os olhos...

terça-feira, 15 de março de 2011

O chá das cinco - 24


Tudo começou em 1862, quando Louis Ernest Ladurée criou uma padaria no n.º 16, rue Royale, em Paris. Em 1871, um incêndio permitiu transformar a padaria em pastelaria, tendo Jules Chéret sido encarregado da decoração das paredes. Hoje existem várias Ladurée em Paris e em Versalhes. E porque não aproveitarmos este dia de aniversário para irmos lanchar à Ladurée Royale?

Tecto pintado por Jules Chéret.

http://www.virtualtourist.com/travel/Europe/France/Ile_de_France/Paris-99080/Restaurants-Paris-La_Duree-BR-1.html
Depois do chá e dos macarons, vamos passeando pelas ruas de Paris até avenida Franklin Roosevelt, onde vamos jantar às 21h00 de Paris. Podia ter escolhido para lancharmos a Ladurée dos Campos Elísios, mas assim estamos na primeira loja aberta e sempre temos um intervalo para desmoer.
Vale a pena ver: http://www.laduree.fr/

sábado, 2 de janeiro de 2010

Luxemburgerli


Uma amiga enviou-me esta caixa de uns deliciosos bolinhos de suspiro de amêndoa. Claro que já não está assim, até porque a tampa tinha uma advertência, que podem ler.
Como vêem, não vos posso guardar nenhum.


Em França chamam-se macarons.

«A origem deste bolo é muito antiga. A receita teria vindo [para França] de Itália, mais particularmente de Veneza, durante a Renascença (a palavra deriva do italiano maccherone - macarone, em veneziano - "massa fina", donde deriva também macarrão). Certos autores fazem remontar a antiguidade dos macarons de Cormery, de fabrico monástico, a 791 e a lenda afirma terem a forma de "umbigos de frade". Numerosas cidades de França adoptaram o macaron como especialidade; citemos os de Montmorillon (em pequenas coroas, vendidos sobre o papel em que vão ao forno), s de Niort (com angélica), os de Reims, de Pau, de Amien, de Melun e, sobretudo, de Nancy. Estes últimos eram bastante famosos no século XVII, sendo fabricados pelas carmelitas, que aplicavam à letra o preceito de Santa Teresa de Ávila: "As amêndoas são boas para as raparigas que não comem carne." Durante a Revolução, duas religiosas que se refugiaram em casa de um habitante da cidade especializaram-se no fabrico de macarons e começaram a vendê-los. Tornaram-se célebres com o nome de "irmãs macarons", nome que serviu para baptizar a rua onde elas trabalhavam e onde continuou a proceder-se ao fabrico destes bolos.» (Larousse gastronómico. Lisboa: Círculo de Leitores, 1990, vol. 2, p. 238)

sábado, 5 de setembro de 2009

Uma saborosa dica

Uma vez que o nosso João Soares fez pirraça em directo de Paris, aqui vai uma novidade: os deliciosos macarons também já se vendem em Lisboa. Um dos locais é o Salão de Chá Luso-Japonês, que fica no nº12o da Rua da Alfândega. Não sei é se abre ao domingo...

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Novidades - 67 : Macarons

Esta especialidade parisiense é de comer e chorar por mais, e é um dos símbolos da doçaria parisiense desde o séc.XVIII. Este livro de Pierre Hermé oferece 68 receitas, de variedades clássicas como baunilha ou chocolate negro até novidades mais exóticas: ketchup-cornichon...

- Macaron, Pierre Hermé, Agnès Viénot Éditions, 2009.