

Foi executada com três dos implicados, no Forte McNair, em Washington. Mais tarde foi revelado que não soubera nada acerca da conspiração


Foi executada com três dos implicados, no Forte McNair, em Washington. Mais tarde foi revelado que não soubera nada acerca da conspiração
Esta capa é uma litografia original feita por Mucha. Isto é, a própria litografia, em papel artesanal, serviu de capa ao n.º 24, de 30 de Dezembro de 1899, da revista Cocorico, publicada em Paris. Boa época.


Que pensar da recente paternidade de Cristiano Ronaldo? Individualismo extremo (egoísmo?) de quem não está para "aturar" os nove meses de gravidez de uma namorada/cônjuge, com tudo o que vem associado?







(...) não podemos imaginar que algures por detrás da estrela mais longínqua do céu nocturno, o espaço possa ter um fim, um limite para além do qual nada mais existe. O conceito de vácuo diz-nos ainda alguma coisa, pois um espaço pode estar vazio (...), mas a nossa força de imaginação é incapaz de apreender o conceito de nada no sentido de ausência de espaço...
in O Espelho Mágico de M.C. Escher, Bruno Ernest, 1978, p.102 (clique em Escher e encontra o site de onde retirei este trecho). Vou ter que encontrar este livro porque gostei do texto.


Uma exposição comemorativa do tricentenário da Capela Real de Versalhes, patente até 18 de Julho no Appartement de Madame de Maintenon, Palácio de Versalhes.
Rod Kirkpatrick, Purple haze, Julho de 2010..jpg)








Ferdinando Scianna(1943-), Jorge Luís Borges em Selinunte, Sicília, 1984.Caminhas pelo campo de Castela
E quase o não vês. Um intrincado
Versículo de João é teu cuidado
E apenas reparaste na amarela
Luz do ocaso. A vaga luz delira
E no confim do leste se dilata
Essa lua de escárnio e de escarlata
Que é porventura o espelho da Ira.
Ergues os olhos para ela. Uma
Memória de algo que foi teu começa
E se apaga. A pálida cabeça
Baixas e segues caminhando triste,
Sem recordar o verso que escreveste:
Seu epitáfio a sangrenta lua.
Jorge Luís Borges, O Fazedor, 2ªed, trad. de Miguel Tamen, Difel, 1984, p.85.





Autor desconhecido, Século XVI [1540-50,], Óleo sobre madeira de carvalho,36 x 29 cmMuseu Nacional de Machado de Castro, Coimbra (1)Retirado da História de Portugal de A. H. Oliveira Marques, Vol I, Lisboa:Palas Editores, 1976 (6ª edição)
(2) Retirado do site do Museu Nacional Machado de Castro
O meu Requiem predilecto em memória da Rainha Santa Isabel.