Está a terminar (para já) o fartote de músicas de Morricone para os filmes de Elio Petri. O ciclo de cinema dedicado ao cineasta italiano termina amanhã com este filme.
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domingo, 16 de abril de 2023
terça-feira, 11 de abril de 2023
sábado, 12 de outubro de 2019
Os meus franceses - 718
Cinquenta e três depois do intenso e turbulento romance ao som de «chabadabada» em Un homme et une femme e trinta e três anos após o reencontro em 20 ans déjà (1986), Claude Lelouch faz novo filme com Anne (Anouk Aimée) e Jean-Louis (Trintignant), como sendo, nas suas próprias palavras, «uma celebração do viver, um ensaio sobre a resistência da vida na luta contra a morte, por via do prazer e da alegria».
Les lus belles années d'une vie estreia hoje na Cinemateca com a presença de Trintignant. Eu que pensava ir até lá ver o filme e o ator, soube há pouco que a sessão está esgotada. :(
sábado, 30 de março de 2019
Esta tarde na Cinemateca
Esta tarde às 15h30, a Cinemateca passa dois filmes: «uma ficção e um documentário, realizados com oito anos de intervalo, que abordam a luta pelos direitos dos negros americanos, nos anos cinquenta e sessenta. A abrir a sessão, um filme relativamente raro de Roger Corman, cuja ação é ambientada numa pequena cidade do Sul, no momento em que leis nacionais proíbem a segregação racial nas escolas e estas passam a ser obrigadas a aceitar alunos negros. Um homem de aparência afável surge na cidade, mas a sua “missão” consiste em incitar a população a recusar a integração racial. Para tanto, não hesita em forjar “provas” acusando um estudante negro de agressão sexual sobre uma mulher branca. Corman constrói um clima de tensão e leva-o ao limiar da explosão. A seguir, um extraordinário documentário que reconstitui o percurso e o combate de Martin Luther King, do célebre boicote dos autocarros no Alabama, em 1956, até ao seu funeral em 1968, atravessando todas as suas etapas como líder político, incluindo o histórico discurso “I have a dream”. KING consiste unicamente num riquíssimo material de arquivo, sem entrevistas nem comentários explicativos, numa demonstração eloquente que os documentos falam por si mesmos. Entre as imagens de atualidades, são inseridas intervenções de celebridades, que não comentam diretamente os factos, mas dizem textos que com eles podem ser relacionados. A apresentar em cópias digitais, em primeiras exibições na Cinemateca.» (Da programação da Cinemateca.)
quinta-feira, 28 de junho de 2018
Claude Sautet na Cinemateca
Não sei se há por aqui fãs de Claude Sautet, mas se houver poderão ver alguns dos seus filmes mais conhecidos na Cinemateca em julho. Assim como filmes de Luigi Comencini e muito cinema (incluindo os publicitários) de António Pedro Vasconcelos.
domingo, 18 de março de 2018
Leituras no Metro - 968
Este não tem sido lido no Metro, mas no sofá, aos poucos:
Qual tem sido, em Portugal, o lugar dos ricos e dos pobres no cinema e na arquitetura? Como é que o cinema pensa e olha essa arquitetura? Pode a arquitectura pensar e construir-se também a partir desse cinema? Foram estas questões que levaram à realização de um ciclo de doze filmes promovido pelo Núcleo de Cinema da Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa com a coordenação do arquiteto José Neves, e que teve lugar entre outubro de 2007 e março de 2008 na Cinemateca Portuguesa.
Depois da projeção de cada filme seguiu-se uma conversa, na maior parte dos casos entre o realizador do filme, um arquiteto convidado e um moderador. São essas conversas que estão transcritas neste livro.
quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
Leituras no Metro - 962
Lisboa: Cinemateca Portuguesa, 2017
Falecido em 2017, Manuel Pina, crítico e dirigente cineclubista, acompanhou todo o movimento de cineclubes desde o início dos anos 50. Quando faleceu, a família entregou à Cinemateca este livro que estava pronto, no qual Manuel Pina reflete sobre a história, a natureza e o impacto dos cineclubes num período especialmente relevante da sua história.
Manuel Pina nasceu em Lourenço Marques e veio para Lisboa estudar Físico-Químicas na Faculdade de Ciências. Em 1951 integrou o núcleo fundador do Cineclube Universitário - já existia o cineclube ABC. Pouco depois, iniciou a sua colaboração com a revista Imagem, de Baptista Rosa e José Ernesto de Sousa, e, em sequência, com o Cineclube Imagem – o terceiro dos cineclubes que arrancaram em Lisboa nos primeiros anos da década de 1950. Em 1986 foi eleito Presidente da Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Cineclubes, cargo que ocupou até 1994.
Um livro interessante, principalmente por ser uma primeira história dos cineclubes, com especial incidência nos da capital, mas não só.
«A primeira sessão oficial do Cineclube Universitário realizou-se no dia 28 de março de 1952, no Cinema Capitólio […] com a curta metragem de Roger Leenhardt, Naissance du Cinéma, e o filme Hotel du Nord (Hotel do Norte), 1938, de Marcel Carné» […].
«O texto do Programa, coordenado por Furtado Borges, fazia uma análise detalhada dos aspetos cinematográficos do file, procurando mostrar a sua relevância nas leituras do filme e contribuindo para o aprofundamento do prazer estético do espectador.
«Aliás, este tipo de programas (os da fase inicial do Cineclube Universitário de Lisboa, e os do Cineclube de Coimbra, coordenados por Júlio Sacadura, são ainda hoje exemplares) refletem a essência do cineclubismo: criados por gente que tinha a paixão do cinema, os cineclubes empenhavam-se em levar aos outros a possibilidade de também eles usufruírem de um prazer que, de outro modo, poderia permanecer-lhes inacessível.» (p. 24-25)
quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018
segunda-feira, 17 de outubro de 2016
Os meus franceses - 494
Amanhã, às 21h30, passa na Cinemateca passa Voyage à travers le Cinéma Français, documentário de Bertrand Tavernier, com a duração de 3h11.
sexta-feira, 6 de maio de 2016
O cinema publicitário português
Esta noite na Cinemateca vamos poder ver cinema publicitário português. Este anúncio deve fazer parte da seleção.
quinta-feira, 16 de abril de 2015
Conhece o ANIM?
22 de abril / 10h00-17h00
Venha Conhecer o ANIM
A Cinemateca revela o lado menos visível da sua atividade numa visita-workshop ao departamento do ANIM, edificado na Quinta da Cerca, na zona bucólica saloia, perto de Bucelas. Os participantes tomarão contacto com os vários tipos de património e com o trabalho desenvolvido nos diferentes setores. Transporte a partir da rua Barata Salgueiro, 39 (em frente ao edifício-sede) até ao ANIM (Bucelas) às 9h00 e regresso às 17h00.
Inscrições gratuitas (até 20 de abril) para o endereço divulgacao@cinemateca.pt
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
Sexta à meia-noite, na Cinemateca
As primeiras sessões “Sexta à Meia-Noite” na Cinemateca, uma novidade da programação de 2015, são com os Beatles e abriram a 9 de janeiro, com A Hard Day’s Night de Richard Lester, de 1964, o primeiro e considerado o melhor filme dos fab four.
Nas próximas sextas-feiras, à meia noite, os filmes programados são Help!, também realizado por Lester, Yellow Submarine, o célebre filme de animação, realizado em 1968 por George Dunning, e Let it Be. de Michael Lindsay-Hogg, de 1970, o filme do célebre «concerto do telhado» que é também uma crónica da desagregação da banda.
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Leituras no Metro - 157
Lisboa: Cinemateca Portuguesa, 2008
Não posso dizer que tenha lido este livro, folheei-o com alguma atenção. Para além de uma pequena biografia, da filmografia e teatrologia de Bergman, ele reúne folhas de sala distribuídas na Cinemateca aquando da projeção de 54 fimes deste realizador.
«Quem viveu uma mentira é porque, no fundo, ama a verdade.»
Para APS.
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Cinemateca Júnior
A Cinemateca Júnior tem sessões aos sábados, às 15h00, na sala de cinema do Palácio Foz. Numa sala contígua tem uma exposição permanente para miúdos alusiva aos primórdios do cinema. Muito gira!
sábado, 9 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
A primeira década do século XX na Cinemateca
D. Manuel II em Entrecampos
Amanhã, às 19h30, passam na Cinemateca Portuguesa pequenos filmes do princípio do século XX: «A Família Real» (1903) de Júlio Worm, «D. Manuel II nas festas do centenário da Guerra Peninsular (1909), «Vida íntima d'el-rei D. Manuel II» (1909), «Batalha de Flores no Campo Grande» (1907) de João Freire Correia, «Os funerais de D. Carlos e D. Luís Filipe» (1908), e dois filmes estrangeiros sobre o 5 de Outubro de 1910.
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
Roberto Rossellini e o cinema revelador
Para João Soares, um postal acompanhado de uma edição da Cinemateca Portuguesa (2007), publicada aquando de uma retrospetiva sobre o realizador italiano. Uma ótima edição, cheia de entrevistas e textos de/sobre Rossellini e os seus filmes.
«Mostro as coisas, não as explico. Faço um trabalho de reconstituição. É tudo. E o que é que significa explicar? Significa considerar as coisas, encará-las de uma certa maneira para tentar, em seguida, despertar emoções, convencer e utilizar o próximo. Rejeito tal coisa. Se é preciso, que haja emoção, é preciso que ela nasça das coisas tal como são». (Rossellini, 1976)
sexta-feira, 15 de junho de 2012
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