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terça-feira, 22 de maio de 2018

In memoriam António Arnaut



«Quem não conhecer mais do que pela rama António Arnaut dirá que ele era o ‘pai’ do Serviço Nacional de Saúde, homem íntegro e probo, que há 82 anos nascera em Penela, perto de Coimbra onde se licenciou em Direito e exerceu advocacia. Saberá ainda que foi deputado da Assembleia Constituinte e de outras legislaturas, além de [fundador e] dirigente do PS até 1983, tendo, já em 2016, sido nomeado presidente honorário do seu partido de sempre.
«Quem não recordar tudo, esquecerá que aprovou o SNS num Governo de coligação do PS com o CDS e que foi é e será uma referência para a Maçonaria, tendo pertencido ao Grande Oriente Lusitano, de que foi Grão-Mestre por três anos (e não mais porque não quis). E quem quiser fazer política esquecerá o seu sentimento de fraternidade e a sua crença numa transcendência que vai para além de Igrejas e religiões, da sua tolerância, que vai para além de partidos e ideologias, e da sua liberdade interior que lhe permitiu ser dos homens mais alegres e livres que conheci.»
(Início do artigo de Henrique Monteiro no Expresso online, ontem.)

sábado, 8 de abril de 2017

Marcadores de livros - 673

Não conheço o Museu Belga da Franco-Maçonaria - só conheço o português e o francês. Mas quando voltar a Bruxelas irei visitá-lo.


quinta-feira, 14 de julho de 2016

Marcadores de livros - 422

Estes dois marcadores do Musée de la franc-maçonnerie (Paris), todos recortados, são dos mais lindos que tenho.

Obrigada, Jad!


domingo, 10 de julho de 2016

A Maçonaria em exposição na BnF

Tenho pena de não ter podido ver esta exposição, que ainda pode ser visitada até dia 24 de julho. Por esta amostra deve ser supimpa.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

A Maçonaria em exposição na BnF

K. F. Schinkel - cenário para A Flauta Mágica, de Mozart, 1819 
BnF, Bibliothèque-musée de l’Opéra

A Biblioteca National de França, que conserva um dos mais importantes fundos maçónicos do mundo, abriu no passado dia 12, Uma grande exposição dedicada à maçonaria francesa. 
Em colaboração com o Musée de la franc-maçonnerie, a exposição apresenta mais de 450 peças, algumas nunca expostas, que pertencem a BnF, às principais obediências maçónicas francesas e a colecões estrangeiras. 
O percurso foca as origens da maçonaria, a história da sua implementação em França, os símbolos e rituais e a sua contribuição nos vários domínios, como o político, religioso, artístico ou filosófico.
A exposição pretende dar a conhecer e a compreender, de um modo didático, o que é a maçonaria.

http://www.liberation.fr/france/2016/04/10/la-franc-maconnerie-s-expose-au-regard-du-profane-a-la-bnf_1445185


O catálogo da exposição:
Paris: BnF, 2016
€45,00


sábado, 2 de abril de 2016

Novidades


Uma novidade relativa, pois que já está à venda há uns meses, mas que vale a pena mencionar pela sua originalidade. Livros sobre a Maçonaria e o Opus Dei há aos montes, mas este da jornalista Catarina Guerreiro faz uma análise comparativa sobre as duas influentes organizações, a começar pelo seu funcionamento, pelo quotidiano, até ao " último dia " de pertença a cada uma delas . Uma edição da Esfera dos Livros .

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Novidades



Dos  mesmos autores que agora estão nos tops de vendas com um livro sobre Maçonaria. Esta organização também rende, embora menos :)

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Lançamento


Mencionei a obra há dias, hoje dou notícia da sua apresentação pública, a cargo de Paulo Teixeira Pinto.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Citações - 126 : Crescimento q.b. ...

Duplicámos o número de maçons nos últimos dez anos. É natural que estejamos a crescer; mas não queremos muitos mais.

- António Reis, Grão-Mestre do Grande Oriente Lusitano/Maçonaria Portuguesa, em entrevista ao i.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Hoje na Fnac do Chiado

É lançada hoje esta obra de Maria Olinda e António Pedro Pinto, pelas 18h30, na Fnac do Chiado. A editora é a Ramiro Leão, do meu querido amigo José Manuel Gonçalves.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Giacometti/Ravenne

Aqui estão, por ordem cronológica, os três outros títulos das aventuras de Antoine Marcas, o comissário maçon criado pela dupla Eric Giacometti/Jacques Ravenne, desde o Ritual da Sombra de 2005 até o Irmão de Sangue de 2007. Penso que estão traduzidos entre nós.

domingo, 20 de setembro de 2009

Aquisições recentes - 8


Já que hoje por aqui se falou de Maçonaria, Templários e afins, achei por bem mostrar um livro que comprei há dias. Trata-se de mais de um thriller da dupla Eric Giacometti/Jacques Ravenne, e o protagonista é  uma vez mais o commissaire Antoine Marcas, polícia e maçon.
A contracapa oferece um resumo da intriga:

" Une nouvelle race de tuers a vu le jour. Des initiés qui ne connaissent plus la douleur, ni physique ni morale. Des élites, patrons de multinationales et hommes politiques, qui ont abandonné toute humanité pour s' emparer du pouvoir suprême. Ce sont les membres de la loge Kadosh Kaos. Ce sont des Assassins...
Quand la franc-maçonnerie découvre l' existence de cette loge sauvage, le commissaire Antoine Marcas est choisi pour infiltrer e groupuscule qui ne cesse de s' étendre. Mais ce que Marcas ignore, c' est qu' il va devoir affronter un terrible secret séculaire que se sont disputé les Templiers et la secte musulmane des Assassins.
Jamais une mission n' aura mené le frére Marcas aussi loin. Car il devra, lui aussi, accepter de suivre la Croix des Assassins... "

E, tal como nos habituaram nos volumes anteriores, os autores oferecem anexos muito interessantes sobre a ligação entre Templários e Maçonaria, a tenebrosa Ordem dos Assassinos ( chefiada pelo Velho da Montanha), que foi uma das mais eficazes sociedades secretas que a humanidade já conheceu e que me fascina desde sempre; o quase lendário Roger Flor ( ou Rutger von Blum ), a lusitana Ordem de Cristo e obviamente o grau de Cavaleiro Kadosh do Rito Escocês Antigo e Aceite que está embebido da simbologia templária. Naturalmente, também há um anexo sobre a sinistra Loja P2 de que todos nos lembramos, e que é um dos panos de fundo de realidade desta ficção, bem como um glossário sobre Maçonaria.
Além destas referências textuais, são também indicados vários sítios para quem quiser aprofundar as pesquisas, designadamente sobre Templários e Maçonaria.

- La Croix des Assassins, Eric Giacometti e Jacques Ravenne ( pseudónimo de um mestre maçon francês ) , Éditions Fleuve Noir, 2008.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

O novo Dan Brown

É já no próximo dia 15 que é lançado o mais recente livro de Dan Brown, The Lost Symbol. A edição inglesa estará à venda entre nós desde essa data, sendo que há quem tenha feito um registo de incrições para a venda ( veja-se o anúncio na porta da Bertrand do Chiado ) dedicado aos mais impacientes.
A edição em português será lançada no dia 29 de Outubro. De qualquer modo, penso que não faltarão exemplares disponíveis: a Random House já anunciou que vai imprimir 5 milhões de cópias logo na primeira edição, e a edição electrónica do livro será também feita no dia 15 de Setembro.
Tal como foi sendo revelado, o pano de fundo é a cidade de Washington e a influência da Maçonaria na história da mesma, sendo que Robert Langdon, o herói de Brown, terá 12 horas para decifrar o mistério. E, sem surpresa, já foi também anunciada a adaptação para cinema.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Uma leitura de "Salazar o maçon"


Para um leigo, ou profano na designação maçónica, o livro do Juiz José Costa Pimenta conceituado jurista com vasta bibliografia na área do Direito, é uma descoberta interessantíssima. Lê-lo é ficar a conhecer mais da doutrina da Maçonaria, seja a da Regular como a da Irregular, que vem até nós ao longo de séculos.

O tema do livro, porque é António de Oliveira Salazar, Presidente do Conselho de Ministros durante quase toda a II República, ou Estado Novo, tem feito tremer as paredes do Templo e as muralhas atrás das quais se refugiam os seus últimos seguidores, passados que foram 39 anos da sua morte. Para os maçons e para os salazaristas este livro é provocatório e incomodativo. Põe em causa princípios e valores, atinge homens que, ao lado de Salazar, também ele um “traidor”, aparentemente traíram a sua obediência, atinge a figura do ditador que, aparentemente, teria traído todos os seus ultra – conservadores seguidores e aliados monárquicos, republicanos e tutti quanti.

O método de prova para a identificação de Salazar com a Maçonaria – para além da verificação de que muito cedo deixou de frequentar os sacramentos da Igreja Católica em que foi educado, certamente porque aderira à "religião natural", (curiosa a explicação dada pela governanta D. Maria a uma afilhada, de que o Papa o teria dispensado de se confessar e comungar…) – é o de tomar palavras –chave da doutrina maçónica e de as “encontrar” nos escritos de Salazar, principalmente nos seus discursos. A verdade é que, usadas exactamente na mesma acepção, elas parecem revelar uma filiação na doutrina da Maçonaria. Si non è vero

Lendo este livro, eu que não sou maçon nem muito menos salazarista, não fico perturbado. Ao contrário, fico a perceber melhor o pensamento político do autocrata de Santa Comba Dão, muitas das suas acções, muito das suas ambiguidades, das suas simpatias e antipatias políticas.
E, no fundo, apesar dos atropelos à doutrina e prática maçónicas, Salazar até, ao construir um regime à sua exacta medida e das suas ambições de poder pessoal, inscreveu na Constituição de 1933 as liberdades formais (que depois suspendeu com outras normas) e o Estado Novo era uma democracia, embora orgânica…

Afirma-se por aí que foi iniciado na Loja Revolta nº 336, em Coimbra, em 1914, proposto pelo seu amigo maçon, Bissaya Barreto. E que escolheu o nome de código de Pombal. Afirma-se, também, que teria dito que gostaria de ser primeiro –ministro de um rei absoluto. Tal como o marquês de Pombal que, sendo maçon, não deixou de ser um déspota "iluminado".

Sabido que a Maçonaria está onde está o poder, porque não acreditar que Salazar foi maçon? Eu, que sou profano, fiquei a acreditar.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Salazar era maçon?

O livro ainda não foi lançado, mas já promete grande polémica pela controversa tese que defende. Da autoria de José da Costa Pimenta, ele próprio controverso juiz, e com o título bem assertivo de Salazar, o maçon, o livro sustenta a tese de que Salazar foi maçon. Embora não tenha reunido provas concretas, Costa Pimenta alicerça a sua tese no facto de Salazar usar muitas fórmulas maçónicas nos seus discursos, bem como o facto ( este indubitável) de ter deixado de praticar os sacramentos da comunhão e da confissão ainda relativamente novo, e ainda a longa presidência de um maçon- Óscar Carmona, Presidente da República de 1928 a 1951. Estará nas livrarias nos primeiros dias de Abril.