Prosimetron

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domingo, 8 de fevereiro de 2009

Pietro Mascagni, Cavalleria Rusticana: Intermezzo

Para Jad, este belíssimo "Intermezzo".

Maestro: Lim Kek-tjiang.
Evergreen Symphony Orchestra

Pietro Mascagni nasceu em Livorno, a 7 de Dezembro de 1863 e morreu em Roma, a 2 de Agosto de 1945. Escreveu esta ópera em dois meses. O texto do libreto em italiano é de Giocanni Targioni-Tozzetti e Guido Menasci, baseado num conto de Giovanni Verga.
Estreou em Roma,no Teatro Costanzi, a 17 de Maio de 1890.

Lisboa, Praça do Chile : Fernão de Magalhães


Inauguração da Estátua de Fernão de Magalhães,
17 de Outubro de 1950, Foto de Judah Benoliel, Revista Municipal [de Lisboa], N.º 47 (1950), p. 34

Estátua de Fernão de Magalhães


Estátua da autoria de Guilherme Cordoba.
Na Praça do Chile, em Lisboa.
Foto de Horácio Novais, 1950
Arq. Fot. CML, PT/AMLSB/AF/HNV/S00151



Na Plaza de Armas, em Punta Arenas (Chile).

O pedestal é diferente; a estátua parece ser a mesma.

Janis Joplin: Summertime

Summertime (Live Gröna Lund 1969)
Para Filipe Vieira Nicolau.
Janis Lynn Joplin nasceu em Port Arthur, a 19 de Janeiro de 1943, Los Angeles, e morreu a 4 de Outubro de 1970.

Pensamento de Marco Aurélio

Marco Aurélio (ainda jovem)
"Um é o voo da flecha, outro o da inteligência. A inteligência, porém, quando está sobre si concentra a atenção no objecto visado, voa em linha recta, não menos que a flecha ao ponto alvejado".

Marco Aurélio - Pensamentos, Lisboa: Editorial Verbo, Liv.VIII p. 108.

Carnaval de Veneza 1

A palavra "carnaval" está relacionada com a ideia de "afastamento" dos prazeres da carne marcado pela expressão "carne vale", que, acabou por formar a palavra "carnaval".
O Carnaval surge a partir da implantação, no século XI, da Semana Santa pela Igreja Católica, antecedida por quarenta dias de jejum, a Quaresma. Esse longo período de privações acabaria por incentivar a reunião de diversas festividades nos dias que antecediam a Quarta-feira de Cinzas, o primeiro dia da Quaresma.
Apesar de não ligar ao Carnaval aprecio o Carnaval de Veneza e a sua teatralidade!

Satanella pas deux para o Carnevale di Venezia
Música de Cesare Pugni

Kirov Marinsky Ballet
Evgenia Obraztsova & Vladimir Shklyarov




O bailado em especial para MR.

O livro dos amigos

A Assírio & Alvim editou em 2002 o Livro dos Amigos de Hugo von Hofmannsthal (1874 - 1929) na tradução de José A. Palma Caetano. No seu prefácio, Palma Caetano informa-nos sobre o trabalho deste escritor austríaco:

"O escritor reuniu neste livro pensamentos e anotações feitas no seu diário desde os tempos da juventude e acrescentou-lhes citações de outros autores, que tinha ido recolhendo no decorrer das suas vastíssimas leituras. E não são apenas autores de língua alemã que ele cita - acima de todos Goethe, que, na sua opinião, poderia "substituir uma cultura inteira" -, mas também de outras línguas, em especial franceses. Como desta obra se pode depreender, Hofmannsthal tinha um perfeito conhecimento do francês e uma grande admiração pela França e pela cultura francesa.
O projecto do Livro dos Amigos terá nascido em 1919 e a sua publicação realizou-se em 1922. O escritor terá ainda pensado em incluir outros textos de maior fôlego, de carácter ensaístico ou narrativo, mas acabou por não o fazer, mantendo apenas a forma mais ou menos aforística das reflexões e citações apresentadas."

A partir de amanhã, terão os estimados leitores oportunidade de conhecer alguns destes "pensamentos e anotações".

Ushuaia pelo canal Beagle


Canal Beagle
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Vista de Ushuaia
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Pôr-do-sol em Ushuaia
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Continuação de boa viagem!

Astor Piazzolla; Libertango

Para os viajantes que estão a chegar à Argentina dedico o Piazzolla que nasceu em
Mar del Plata, a 11 de Março de 1921, Buenos Aires, e morreu na mesma cidade a 4 de julho de 1992.

Quotidiano mais que prosaico


Ontem comprei estas azáleas.

Três dias de chuva

Three days of rain, da autoria de Richard Greenberg, volta aos palcos do West End de Londres. Há dez anos, estreava-se no Donmar Warehouse Theatre, na interpretação de Colin Firth, David Morrissey e Elizabeth McGovern.
Em 2009, compete ao Apollo Theatre receber esta peça. O triunvirato de actores é liderado pelo bem conhecido James McAvoy (Expiação, a Juventude de Jane), e os promissores Nigel Harman e Lindsey Marshal. Sob a assistência de Dan Ford e Jane Stanton, vemos os três a dar vida aos papéis de Walker, Pip e Nan, ou Ned, Theo e Lina.

A duplicidade das interpretações resulta de dois cenários diferentes, localizados em épocas diferentes: o primeiro acto situa o espectador num loft desocupado em Manhattan em 1995, o segundo acto decorre no mesmo espaço, mas em 1960.
Walker e sua irmã Nan, filhos do aclamado arquitecto Ned Janeway, e Pip, filho de Theo (amigo e sócio de Ned), reúnem-se no loft em que seus pais trabalhavam juntos. Passado um ano após o falecimento de Ned, o propósito do encontro destes três jovens é o de decidir sobre o futuro de um edifício nova iorquino dos anos 60, concebido por Ned e Theo e internacionalmente reconhecido pelo seu valor arquitectónico. No entanto, a descoberta de um diário que fala de três misteriosos dias de chuva, inicia uma história surpreendente que, ao longo da segunda parte, é vivida e desvendada pouco a pouco pelos próprios pais num passado aparentemente longínquo…

O fascínio de Three days of rain é precisamente esta interligação entre duas gerações. A história dos pais, alicerçada em segredos, medos, desilusões, mas também num desejo de recomeço, alicerça também a personalidade de cada um dos filhos. Aos três dias de chuva de 1960, devem os três protagonistas dos anos 90 o encontro com a sua identidade.

McAvoy, naturalmente centro das atenções do público, desempenha de forma convincente o papel de Walker. Seus dois colegas que eu desconhecia estão à altura do actor escocês. Uma comparação com a adaptação de 1999 torna-se difícil, quer pelos actores escolhidos, quer pela encenação realizada. Contudo, é a agressividade “saudável”, inerente a uma juventude rebelde, que a versão de 2009 tem a seu favor comparativamente com os mais sisudos Firth/Morrissey/McGovern que, talvez devido à sua maturidade em palco, demonstraram uma actuação mais ponderada ao longo de toda a peça.
Em todo o caso, tendo tido o privilégio de ver Colin Firth em palco de quem sou grande admirador, pouco objectivo serei nesta avaliação.

Three days of rain estará no Apollo Theatre até 9 de Maio.

Fotos: James McAvoy (uma fotografia com os três protagonistas não se encontra disponível); Morrissey/Firth/McGovern em 1999; Julia Roberts e Paul Rudd na versão da Broadway em 2006

Ullmann : Der Kaiser von Atlantis

Encontra-se em representação no Centro Cultural de Belém (Lisboa), hoje dia 8 de Fevereiro de 2009, pelas 16 h.

DER KAISER VON ATLANTIS [O imperador de Atlantis]
música: Viktor ULLMANN
libreto: Peter KIEN

E se a morte resolvesse fazer uma greve?! Se se sentisse cansada, ou farta, de levar tanta e tanta gente, e dissesse: a partir de agora ninguém pode morrer! Que acontecia aos que estão fartos e cansados da vida; aos que se encontram doentes e em sofrimento; enfim, aos que esperam pela morte!

É este o tema da ópera composta por Viktor Ullmann com uma particularidade: a ópera é criada no campo de concentração (ou gueto) de Theresienstadt, onde se encontram deportados compositor e libretista. Versa a morte... mas a morte que não existe, que se encontra de mãos dadas com a vida... a vida que não sabe rir e a morte que não sabe chorar. São mortos vivos ou vivos mortos!





Do libreto:
É verdade que existem paisagens que nunca foram devastadas por granadas? É verdade que há palavras que não são grosseiras nem ásperas? É verdade que existem prados plenos de odores e de cores? É verdade que existem montanhas que do ar resplandecente acolhem o azul?
[...]
A distante luz do Sol! A morte está morta, acabou a necessidade da guerra!

Pinguins em Otway

Continuamos no encalço do Luís e do João...


www.tellthetruthtravel.comimagesChileCerroP1x.jpg


E estes, tão amorosos?
www.cwardphotography.co.uk/.../chile/index.htm

Pensamento do dia


www.historycooperative.org

«Um navio baleeiro foi a minha Yale e a minha Harvard.»
Herman Melville

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Le Corbusier, A Viagem do Oriente 3. El Greco (II)!

Sala de Música de Carmen Sylva, rainha da Roménia "Greco que ali definha é Falso!"

Dos oito (quadros de El Greco) que devíamos ver, quatro infelizmente estavam em Sinaïa, a residência de verão. Os quartos que atravessávamos eram acanhados e malfeitos. Do soalho ao tecto acumulavam-se inúmeros bibelôs, toda a quinquilharia de arte de êxtases “homaisianos”. Não podíamos acreditar no que víamos. Os lacaios nos assinalavam, aqui e ali, sempre um canto perdido e escuro, um são Jorge, uma Natividade, um Casamento da Virgem, pelos quais Auguste havia empreendido essa viagem. Quadros ruins ocupavam lugares de honra, infames; e, sobre os móveis, retratos fotográficos como na casa do meu zelador, em Paris. Tomei nota, para que acreditasse em mim, minha senhora, da sala onde se encontra o Casamento da Virgem. As dimensões são de três metros de largura, dez de profundidade. A metade do cómodo é elevada à altura de um degrau e isolada por meio de uma colunata de madeira de onde pendem cortinas. É atrás dessas cortinas que está o quadro do mesmo tamanho, um episódio da guerra franco-alemã, com fumaça, canhões, mortos e capacetes com ponta. E franceses em debandada! Os dois quadros distam de um metro. (…) No lado oposto ao Greco, uma grande lareira… de madeira, feita para o “panorama”! Em frente do Greco, e ocultando-o um pouco, um busto da rainha em mármore branco. Sobre algumas mesas, um almanaque e fotografias amontoadas, em moldura de couro ou pelúcia. (…).
E na sala de música, onde vêm tocar, como num templo, os jovens protegidos que a rainha mecenas atrai da Europa, é ainda pior, eu juro: não dá para acreditar!...E o quarto Greco que ali definha…é falso!


Le Corbusier, A Viagem do Oriente, São Paulo: Cosac Naify, 2007, (Apoio do Ministério da Cultura Francês - Centro Nacional do Livro, traduzido por Paulo Neves), p. 58-59.

Annie Lennox: Paz para Gaza

Para recordar...Pete Seeger - Little Boxes

Punta Arenas


Não parece desengraçado...
Continuação de boa viagem!

In Memorian de Enrico Caruso - Vesti la giubba 1907



Enrico Caruso nasceu em Nápoles, a 25 de Fevereiro, de 1873, e morreu na mesma cidade a 2 de Agosto de 1921.

A paixão dos livros - 5


Édouard Manet - «Émile Zola» (pormenor)

«Concede-me, Senhor, dizia um antigo, uma casa cheia de livros, e um jardim cheio de flores. Quereis um resumo de todas as misérias humanas? Vede um desgraçado que tem de vender todos os seus livros. Bibliothecam vendit
Jules Janin

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Leoncavallo:"No, pagliaccio non son"



I Pagliacci estreou a 21 de Maio de 1892, no Teatro Dal Verme, em Milão.

Glaciar El Brujo


Por onde andaram esta manhã os nossos dois bloguistas.
Deve ser maravilhoso.

Fernão de Magalhães em Lisboa

Era preciso ir ao Chile-Chile?
Bastava descer a Av. Almirante Reis...



Estátua de Fernão de Magalhães, no dia da inuaguração, em 17 de Outubro de 1950. Encontra-se na Praça do Chile, em Lisboa. Foi oferecida pelo Chile e é da autoria de Guilherme Cordoba.
Foto de Claudino Madeira.
Arq. Fot. CML

PATAGÓNIA [- 2]

À Patagónia os seus filhos
chamaram sempre a Mãe Branca.
Dizem que Deus não a quis
por ser agreste e distante
e com a noite como aurora
e os gritos da ventania,
a gritaria do vento,
as ervas ajoelhadas,
e porque nela há um rio
de gentes estrangeiradas.
[…]

Gabriela Mistral
In: Antologia poética / trad. Fernando Pinto do Amaral. Lisboa: Teorema, 2002

Mendelssohn

Mendelssohn Piano concerto No.1 3M

Para recordar... Beatles

And I Love Her

[que outra cousa?...]

O cavalo sedento bebe de qualquer água,
o pássaro faminto come de qualquer grão.
Ao homem novo e forte que a miséria acossa,
que outra cousa lhe resta senão tornar-se bandido?
Wu Ki
In: Pedro da Silveira - Mesa de amigos: versões de poesia. Angra do Heroismo: Secr. Regional de Educação e Cultura, 1986

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Carmen Sylva, Rainha da Roménia.

A Viagem do Oriente de Le Corbusier levou-me a conhecer a Rainha da Roménia, Pauline Elisabeth Ottilie Luise zu Wied (1843-1916) consorte do Rei Carol I da Roménia. Reconhecida como uma excelente pianista, cantora, escritora e pintora foi, sobretudo, na literatura que mais se celebrizou sob o pseudónimo de Carmen Sylva. Escolhi o poema "A Mãe" para aqui a recordar.

“ The Mother”

The fairest word on earth that's heard,
On human lips the fairest word,
Is mother.
To whom such name shall once belong,
High honor hers her whole life long,
A mother.
But all her earthly joys are o'er,
Who is and then who is no more
A mother.


Carmen Sylva, Queen of Roumania, p. 528
http://www.tkinter.smig.net/CarmenSylva/Century1884.08/528.htm

Patagónia - 1

«- Patagónia! – exclamou. – É uma amante possessiva. Enfeitiça. Uma autêntica sedutora. Envolve-nos nos seus braços e nunca mais nos deixa partir.»
Bruce Chatwin – Na Patagónia

Luís e João,
Não façam como o poeta que foi à Patagónia e nunca mais voltou a Buenos Aires…
Estamos à vossa espera!

Sob o olhar da lente - 20


E das janelas passemos às portas... Gosto das casas londrinas pena é muitas delas terem divisões demasiado acanhadas, mas o seu charme compensa. Fotos de António Nobre Marques

Eugénio de Andrade, Flores 5

Hoje recebi um presente com cores e poemas que regulam o tempo.


CANÇÃO INFANTIL
(...)
VIII
Foi para ti que criei as rosas.
Foi para ti que lhes dei perfume.
Para ti rasguei ribeiros
e dei às romãs a cor do lume.

Foi para ti que pus o céu na lua
e o verde mais verde nos pinhais.
Foi para ti que deitei no chão
um corpo aberto como os animais.

Eugénio de Andrade, Obra de Eugénio de Andrade/25, Porto: Editora fundação Eugénio de Andrade, 2005 (8ª edição), p. 16.

Le Corbusier, A Viagem do Oriente 2. El Greco!

Carmen Sylva, Rainha da Roménia Pauline Elisabeth Ottilie Luise zu Wied
BUCARESTE
(Carta a uma dama que me declarou um dia sua admiração por Cármen Sylva, rainha da Roménia).

Senhora,
Não me lembro onde foi, nem quando! Mas certamente Cármen Sylva acabava de publicar algum livro requintado, e Les Annales fizeram o retrato da rainha-poeta, e a senhora foi tocada pela simplicidade de seus atavios, pela delicadeza de seus cabelos grisalhos e de seus olhos acolhedores. E Les Annales proclamaram que a alma da artista ardia por trás dessa aparência modesta!
Mas eis que me vejo prestes a demolir seu ídolo, minha senhora, porque conheci o palácio onde ela brilha! Há-de conceder-me, não é mesmo? Que as paredes de uma morada reflectem a alma que a habita, e, considerando que julgo apenas pelo que meus olhos mostram, há-de perdoar-me, após ter lido isto.
Mas a senhora conhece El Greco! Exactamente: Domenikos Theotokopoulos. Um ressuscitado de três ou quatro anos. O milagre aconteceu no Salão de Outono de 1908. E foi uma alegria muito grande, para os amantes da arte, essa exposição retrospectiva e reabilitadora. Para os historiadores de arte, obstinados com os Murillo, os Zurbarán e os Velazquez, El Greco era um incidente cronológico nem assinalado. (…) a Senhora compreenderá que eu acreditava na excelência de Carmen Sylva, pois, ao transpor o limiar de sua morada, encontraria ali oito quadros do Greco pendurados nas paredes de seus quartos e de sua sala de música.
Não a fatigarei com a descrição desses quadros, mas, para ficar no assunto, tentarei falar-lhe dos seus enquadramentos. (…)
Subíamos a escada de honra do palácio de Cármen Sylva, custava-nos acreditar que estivéssemos na realidade. Era muito feio. Passamos Deus sabe lá quantas salas, na confusão das quais encontramos os Greco que procurávamos.
(a continuar…)

Le Corbusier, A Viagem do Oriente, São Paulo: Cosac Naify, 2007, (Apoio do Ministério da Cultura Francês - Centro Nacional do Livro, traduzido por Paulo Neves), p. 55-58

A paixão dos livros - 4


Édouard Manet - «Émile Zola» (pormenor)

«A madeira velha é a melhor para arder; o vinho velho o melhor para beber; os amigos velhos os melhores para neles se confiar; os livros velhos os melhores para ler.»
Alonzo d’Aragon

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Puerto Montt


Puerto Montt em 1960. O João e o Luís estiveram hoje aqui.
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Hitchcock: Janela Indiscreta!

A janela do"Olhar da Lente" fez-me recordar este grande filme de Alfred Hitchcock.
Em Greenwich Village, Nova York, o fotógrafo L.B. Jeffries com uma lente tele-objetiva observa tudo o que o rodeia. Terá havido um assassinato?
Baseado em conto de Cornell Woolrich, publicado originalmente em 1942 sob o título It had to be murder.

John Lennon em Atenas!

John Lennon no Hard Rock Café em Atenas:
uma gravata, uma história. O mito num rectângulo dourado.

Será que é desta?

Um homem e uma mulher falam um com o outro, mas interpretam mal o que cada um diz - muitas vezes com consequências tristes. (...) No que toca à comunicação entre sexos, porque será que parece que ainda estamos na fase do Mim Tarzan, Tu Jane?

Pois bem parece que, finalmente, chegou a explicação para o abismo existente entre o entendimento homens/mulheres, pelo menos é isso a que a autora de O Que os Homens Dizem e o Que as Mulheres Ouvem se propõe fazer neste livro através da aplicação de técnicas científicas a exemplos divertidos e bem reais, na tentativa de descomplicar um pouco mais cada passo de uma relação, desde os primeiros encontros até ao desejado felizes para sempre, passando por outras fases importantes, como a de conhecer a família do outro.

Linda Papadopoulos, a autora do livro, é uma popular e prestigiada psicóloga canadiana de origem cipriota-grega, especialita em Terapia Comportamental e Cognitiva. Entre diversos livros publicados e participações em programas de televisão, Linda também é colunista da revista Cosmopolitan.

Da colecção Pecado Original, O Que os Homens Dizem e o Que as Mulheres Ouvem é uma edição Guerra & Paz. Nas livrarias a partir de 19 de Fevereiro (15 euros).

Buenos dias!

Para o Luís e para o João,

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Efeméride 2

A foto está fantástica. Foi tirada junto ao Hyde Park, em Londres, onde há 76 anos (neste mesmo dia), 50 mil pessoas fizeram uma manifestação contra o desemprego. Um flagelo social que, infelizmente, volta a ser uma ameaça à escala global.

Efeméride

Foi a 4 de Fevereiro de 1524 (ou 1525) que nasceu Luís Vaz de Camões, talvez em Lisboa (Coimbra também reclama ser o berço do nascimento do poeta). A propósito desta efeméride seria interessante lançar aqui um desafio: são ou não os Lusíadas a maior epopeia de mundo, comparativamente com outras também muito conhecidas, como a Eneida, a Odisseia e a Ilíada?