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quarta-feira, 28 de setembro de 2022

«La Seine a de la chance»

Paris, set. 2022. 

«La Seine a de la chance [...]
En passant comme un rêve 
Au milieu des mystères 
Des misères de Paris.»

Jacques Prévert

sábado, 21 de julho de 2018

sábado, 16 de setembro de 2017

Polidor



É um dos bistrots literários mais antigos de Paris. Fundado em 1845 como leitaria, vendia (claro!) leite, ovos e queijo. No final do século XIX começou, como outras leitarias, a servir refeições. A relação qualidade-preço atraiu um certo número de poetas e escritores pouco afortunados, que viviam na zona e fizeram a reputação deste restaurante.
O grupo dos patafísicos (Boris Vian, Queneau, Ionesco, René Clair, Jacques Prévert...) reunia numa sala deste restaurante que foi também frequentada por Verlaine e Rimbaud. O Grupo dos Amigos de Verlaine continua a encontrar-se aqui.
A comida é boa e tem o melhor baba au rhum que algum dia provei. Sabia mesmo a rum. Se sabia...






segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Os meus franceses - 554

A primeira canção escrita por Jacques Prévert e Joseph Kosma, dupla que veio a ser uma das de maior sucesso da canção francesa.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Arrumando livros - 4

Esta coleção Contexto & Imagem foi das melhores coleções de literatura infantil que se editaram: bons autores, tradutores e ilustradores. Muitos dos contos apresentados não foram escritos para crianças ou jovens.
Faltam-me poucos números: tenho do 1 ao 18, 21, 23 e 26. Até ao n.º 18, foi editada num formato pequeno; depois num tamanho gigante que não aprecio, nem para ler, nem para arrumar.
Reproduzo as capas dos n.ºs 1, 4, 5 e 23 (este livro já tinha saído na col. com o n.º 9).

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Parabéns MLV, um dia Feliz!

Parabéns, MLV. Um dia muito feliz. :))

Farófias da minha lavra

DIA DE FESTA

Onde vai você meu menino com essas flores
Debaixo dessa chuva

Está chovendo está molhando
Hoje é o aniversário da rã
E a rã
É minha amiga

Ora menino
Bicho não faz aniversário
Ainda mais um batráquio
Decididamente se não o colocamos nos eixos
Esse menino ainda vira um bom malandro
Por causa dele ainda vamos comer
O pão que o diabo amassou
Vive tendo essas ideias
E ninguém ralha com ele
Esse menino só faz o que lhe dá na telha
E nós queremos que faça o que dá na nossa

Oh meu pai!
Oh minha mãe!
Oh meu tio-avô Sebastião!

Não é com minha cabeça
Que o coração bater
Hoje é sim o aniversário
Por que não podem entender?
Oh, não me puxem pelo ombro
Não me peguem pelo braço
Quantas vezes a rã me fez rir
E toda a noite ela canta para mim
Mas aí eles fecham a porta
Vêm falar-me suavemente
Eu grito que é dia de festa
Mas ninguém ali me entende.

Jacques Prévert, Dias de Folga. São Paulo São: Cosac Naify, 2004. (Cortesia do Goolge)

sexta-feira, 8 de novembro de 2013