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sábado, 12 de novembro de 2022

Boa noite!

A propósito da adaptação ao cinema do conto «Noites brancas» de Dostoievski:

Filme de 1959, com música de Nino Rota.
Um filme de 1971. com música de Michel Magne.

sábado, 5 de novembro de 2022

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Marcadores de livros - 712


O Clube do Autor lançou uma coleção com «Os livros da minha vida». Uma coleção que, em princípio, reunirá clássicos: «um clássico é um livro que nunca acaba de dizer o que tem para dizer.» (Italo Calvino).
Para já oito pessoas escolheram oito obras: José Luís Peixoto, O cântico de Natal, de Dickens; Alice Vieira, Olhai os líricos do campo; Margarida Rebelo Pinto, Noites brancas, de Dostoiévski; José Eduardo Agualusa, Os Maias; Teresa Gouveia, Mrs. Dalloway; Francisco Pinto Balsemão, O grande Gatsby; Miguel Sousa Tavares, A Ilha do Tesouro; e Marçal Grilo, O corsário negro.
Tudo livros de que gosto, mas não escolheria para esta lista as obras de Dickens, Virginia Woolf e Scott Fitzgerald.

Adoro este filme. E il divo! :)

domingo, 25 de dezembro de 2016

Os meus presentes (virtuais) para os prosimetronistas

Para o Luís, há sempre um girassol (desta vez de Georgia O'Keeffe):

Para a Ana:

Paris: Arthaud, 2016


Para o Filipe, o calendário Pirelli 2017 (nas fotos: Nicole-Kidman, Kate Winslet e Uma-Thurman.




Para o João Matos e Silva, a biografia do autor de Oblamov:


Paris: Fallois, 2012

Para o JP: se eu tivesse dado pelo leilão do manuscrito de Mahler, seria ele a estar aqui. Assim, escolhi este livro:
Manchester: Wentworth, 2016

Para o João Soares, um vale para receber este livro no dia da sua publicação: 17 de fevereiro de 2017.

Amsterdam University Press, 2017

Para o MLV, uns produtos da concorrência, especiais para acompanhar pastas de fígado e queijos:
Nas versões: cebola caramelizada numa redução de vinagre balsâmico e vinho do Porto; mirtilos com redução balsâmico e vinho do porto; e pera com vinagre e vinho do Porto (na foto).

Bom Natal!

sábado, 5 de novembro de 2016

Cinema

No dia mundial da sétima arte deixo A Morte em Veneza de um cineasta que admirava a beleza, Visconti. Um filme que gostei muito.
Bom fim de semana!


sexta-feira, 23 de agosto de 2013

A morte só nos retira o convívio


É extraordinário sabermos todos que devemos morrer... e vivermos todos como se tivéssemos a certeza de viver para sempre.
Francesco Guicciardini 1483-1540, historiador Florentino

Sim, a morte é um contra-senso. A morte não é natural. O natural é viver e querer viver. Mas enquanto houver um pessoa que nos recorde... então não morremos ainda!

A 6 de Janeiro de 2007, A. H. de Oliveira Marques, historiador português, tomou a decisão de se deixar operar ao coração, depois de ver, pela enésima vez, o filme Il Gattopardo, de Luchino Visconti (1963).



Morreu no começo da operação, a 20 de Janeiro de 2007, em consequência da anestesia, embora a morte física só tivesse sido declarada a 23 de Janeiro. Faria hoje 80 anos

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Luchino Visconti - memória permanente


Nasceu em 2 de Novembro de 1906, em Milão, quarto filho do 1º duque de Grazano e ele próprio conde de Lonate Pozzolo, foi um dos maiores realizadores de cinema do século XX e talvez mesmo o maior entre os italianos. A ele se devem filmes inesquecíveis, como Rocco e os seus Irmãos, O Leopardo, O Estrangeiro, Morte em Veneza e O intruso. Lançou vários actores, que participarm nas suas películas, como Alain Delon e Helmut Berger, intérprete de Luís da Baviera, com quem teve um longo relacionamento. Mas deve-se a Visconti também a encenação de  dezenas de peças de teatro e de óperas. Recebeu nove grandes prémios, entre os quais a Palma de Ouro do Festival de Cannes, por O Leopardo.
Porque hoje é dia de Finados, e em sua memória, a cena da morte de Gustav Aschenbach, de A  Morte em Veneza.

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domingo, 6 de novembro de 2011

Poemas com cinema - Morte em Veneza


De muitas coisas se pode morrer
em Veneza
De velhice de susto
de peste

ou de beleza



Jorge Sousa Braga

de Poemas com cinema, antologia organizada por Joana Matos Frias, Luís Miguel Queirós, Rosa Maria Martelo, Assírio & Alvim, 2010;
imagem: Björn Andrésen no papel de Tadzio em Morte em Veneza de LuchinoVisconti (1971)

quinta-feira, 19 de maio de 2011

A nossa vinheta

No seguimento da postagem de MR e Jad sobre as comemorações de Nino Rota encontrei esta caricatura que me agradou.


Nino Rota, caricatura de Fellini


retirada daqui

Nino Rota na banda sonora do filme de Luchino Visconti , Noites Brancas


segunda-feira, 6 de setembro de 2010

O Intruso


O último filme de Visconti, adaptação de uma obra de Gabriele d'Annunzio, com Giancarlo Giannini e Laura Antonelli. Mais uma incursão de Visconti na aristocracia em decadência.

Cinemateca Portuguesa
Amanhã, 3.ª feira, 21h30

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Ludwig

Revisitei há poucos dias Ludwig, um dos meus filmes preferidos de Visconti . E continuo maravilhado com a presença de Romy, numa Elizabeth ( Sissi ) madura e tridimensional, tão diferente dos filmes delicodoces com Karlheinz Bohm que fizeram dela uma estrela.
A "química" entre ela e Helmut Berger ( Ludwig ) foi genuína e ficaram amigos. Estes primos Wittelsbach, ele rei da Baviera e ela imperatriz da Áustria, foram realmente as cabeças coroadas mais excêntricas , e simultaneamente intrigantes, do século XIX.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Morte em Veneza, na praia.

A praia que eu gostava de encontrar.
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"(...) só a beleza, meu Fedro, e só ela, é digna de ser amada e visível ao mesmo tempo: ela é — nota bem! — a única forma do espiritual que recebemos através dos sentidos e que podemos suportar pelos sentidos".
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Thomas Mann, Morte em Veneza, Lisboa: Circulo dos Leitores, 1990, p. 84.
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Fotografia cena do filme Morte em Veneza de Luchino Visconti

Fotografia raptada na net

Gustav Mahler :5ª sinfonia - Adagietto, Parte I. Orquesta sinfónica de Barcelona, dir. Eiji Oue

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quarta-feira, 15 de julho de 2009

Morte em Veneza, quando a prosa é poesia!

"MORTE EM VENEZA

Estes segundos andares desfiados de musgo, estes olhos que balouçam nas gôndolas de S. Marcos e logo se fecham no acesso da noite. Até Luchino que, apressado, toma o último vaporento e, um pouco mais tarde, enterra os sapatos na areia molhada. Lido batido pelo vento, esplanadas desfeitas, taciturnas. A humidade que lhe bebe nos cabelos um eminente desejo de purificação. E também no Hotel deserto tudo.
Luchino pensa como é bela Veneza no inverno. E começa a escrever-me uma carta: como é bela Veneza no inverno. Às vezes acredito que hoje não vai amanhecer em Veneza, as águas lambem, desgastam os palácios, as pontes caminham infindáveis labirinto.
Luchino, o interlocutor inválido, amachuca nervosamente o papel.
Esta carta que, no entanto, lerei, um dia".

Manuela Parreira Silva, O Álbum de Vishnu, "Poemário 2009, Lisboa:Assírio & Alvim, 2009.

A acompanhar o poema junto uma das cenas do filme de Luchino Visconti que adoro! Espero que esta ainda não tenha sido colocada.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Obsessão, de Luchino Visconti


Filme de 1942

«O primeiro filme de Visconti, uma das suas obras-primas absolutas, foi realizado em plena guerra e adaptou o romance O carteiro toca sempre duas vezes, de James Cain. O filme costuma ser considerado um precursor do neo-realismo, interpretação que se justifica, na medida em que Visconti mostra um mundo totalmente oposto ao das amáveis comédias italianas do período, com personagens pobres, desempregadas, homicidas. “A Itália não é isto”, teria dito Mussolini ao ver o filme. Inegavelmente realista, é também impregnado por algum fatalismo, próximo do cinema francês dos anos 30, e ilustra o culto dos corpos e a mística da carne, que estão no cerne do cinema de Visconti.» (do programa da Cinemateca)

Cinemateca Portuguesa
25 Março, às 21h30
cópia legendada em francês

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

domingo, 9 de novembro de 2008

Le Notti Bianche

Le Notti Bianche (1957)
Realizador: Luchino Visconti
Tive a oportunidade de ver (ontem Sábado) As Noites Brancas de Luchino Visconti, integrado no ciclo Temps d'images (qualquer dos dois acontecimentos anunciados neste blogue).
O filme é extraordinário. Combina o neo realismo com o romantismo.
A cena de dança no bar - em que a felicidade estampada nos olhares é separada por diversas pessoas que se interpõem entre os dois - é igualmente inesquecível.
Nada de mais belo e comovente do que o momento em que Mário (Marcello Mastroianni) agradece a Natália (Maria Schell) "o momento de felicidade" que ela lhe deu, imagens que se podem rever na sequência que aqui recordamos.


Maria Schell - Natália
Marcello Mastroianni - Mário
Jean Marais - o outro (o inquilino)

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Noites Brancas, de Luchino Visconti

 
Este filme, de 1957, adapta um conto de Dostoiévski. Interpretado por Marcello Mastroianni, Maria Schell e Jean Marais, tem uma bela banda sonora de Nino Rota. Passa na Cinemateca, no sábado, dia 8, às 19h00. http://www.luchinovisconti.net/visconti_sc_film/notti_bianche.htm

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Os meus filmes 9

Il Gattopardo (1963)
Realizador: Luchino Visconti

Um filme que me faz sonhar... recordar... e ...





Música maravilhosa de Nino Rota

Burt Lancaster ... Prince Don Fabrizio Salina
Claudia Cardinale ... Angelica Sedara / Bertiana
Alain Delon ... Tancredi Falconeri
Paolo Stoppa ... Don Calogero Sedara
Rina Morelli ... Princess Maria Stella Salina
Romolo Valli ... Father Pirrone
Terence Hill ... Count Cavriaghi (as Mario Girotti)
Pierre Clémenti ... Francesco Paolo
Lucilla Morlacchi ... Concetta
Giuliano Gemma ... Garibaldi's General
Ida Galli ... Carolina
Ottavia Piccolo ... Caterina
Carlo Valenzano ... Paolo
Brook Fuller ... Little Prince
Anna Maria Bottini ... Mademoiselle Dombreuil, the Governess
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