Fotos da Maria.
Prosimetron
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sexta-feira, 23 de dezembro de 2022
sábado, 12 de novembro de 2022
Boa noite!
A propósito da adaptação ao cinema do conto «Noites brancas» de Dostoievski:
Filme de 1959, com música de Nino Rota.
Um filme de 1971. com música de Michel Magne.
sábado, 5 de novembro de 2022
Marcadores de livros - 2386
Verso e reverso do marcador do livro em que se baseia o meu filme preferido: O Leopardo, de Visconti. Com um agradecimento a Enri.
No Dia do Cinema.
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quinta-feira, 18 de maio de 2017
Marcadores de livros - 712
O Clube do Autor lançou uma coleção com «Os livros da minha vida». Uma coleção que, em princípio, reunirá clássicos: «um clássico é um livro que nunca acaba de dizer o que tem para dizer.» (Italo Calvino).
Para já oito pessoas escolheram oito obras: José Luís Peixoto, O cântico de Natal, de Dickens; Alice Vieira, Olhai os líricos do campo; Margarida Rebelo Pinto, Noites brancas, de Dostoiévski; José Eduardo Agualusa, Os Maias; Teresa Gouveia, Mrs. Dalloway; Francisco Pinto Balsemão, O grande Gatsby; Miguel Sousa Tavares, A Ilha do Tesouro; e Marçal Grilo, O corsário negro.
Tudo livros de que gosto, mas não escolheria para esta lista as obras de Dickens, Virginia Woolf e Scott Fitzgerald.
Adoro este filme. E il divo! :)
domingo, 25 de dezembro de 2016
Os meus presentes (virtuais) para os prosimetronistas
Para o Luís, há sempre um girassol (desta vez de Georgia O'Keeffe):
Para a Ana:
Para o Filipe, o calendário Pirelli 2017 (nas fotos: Nicole-Kidman, Kate Winslet e Uma-Thurman.
Para o João Matos e Silva, a biografia do autor de Oblamov:
Para o JP: se eu tivesse dado pelo leilão do manuscrito de Mahler, seria ele a estar aqui. Assim, escolhi este livro:
Para o João Soares, um vale para receber este livro no dia da sua publicação: 17 de fevereiro de 2017.
Para o MLV, uns produtos da concorrência, especiais para acompanhar pastas de fígado e queijos:
Para a Ana:
Paris: Arthaud, 2016
Para o Filipe, o calendário Pirelli 2017 (nas fotos: Nicole-Kidman, Kate Winslet e Uma-Thurman.
Para o João Matos e Silva, a biografia do autor de Oblamov:
Paris: Fallois, 2012
Manchester: Wentworth, 2016
Para o João Soares, um vale para receber este livro no dia da sua publicação: 17 de fevereiro de 2017.
Amsterdam University Press, 2017
Nas versões: cebola caramelizada numa redução de vinagre balsâmico e vinho do Porto; mirtilos com redução balsâmico e vinho do porto; e pera com vinagre e vinho do Porto (na foto).
Bom Natal!
sábado, 5 de novembro de 2016
Cinema
No dia mundial da sétima arte deixo A Morte em Veneza de um cineasta que admirava a beleza, Visconti. Um filme que gostei muito.
Bom fim de semana!
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
A morte só nos retira o convívio
É extraordinário sabermos todos que devemos morrer... e vivermos todos como se tivéssemos a certeza de viver para sempre.
Francesco Guicciardini 1483-1540, historiador Florentino
Sim, a morte é um contra-senso. A morte não é natural. O natural é viver e querer viver. Mas enquanto houver um pessoa que nos recorde... então não morremos ainda!
A 6 de Janeiro de 2007, A. H. de Oliveira Marques, historiador português, tomou a decisão de se deixar operar ao coração, depois de ver, pela enésima vez, o filme Il Gattopardo, de Luchino Visconti (1963).
Morreu no começo da operação, a 20 de Janeiro de 2007, em consequência da anestesia, embora a morte física só tivesse sido declarada a 23 de Janeiro. Faria hoje 80 anos
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Luchino Visconti - memória permanente
Nasceu em 2 de Novembro de 1906, em Milão, quarto filho do 1º duque de Grazano e ele próprio conde de Lonate Pozzolo, foi um dos maiores realizadores de cinema do século XX e talvez mesmo o maior entre os italianos. A ele se devem filmes inesquecíveis, como Rocco e os seus Irmãos, O Leopardo, O Estrangeiro, Morte em Veneza e O intruso. Lançou vários actores, que participarm nas suas películas, como Alain Delon e Helmut Berger, intérprete de Luís da Baviera, com quem teve um longo relacionamento. Mas deve-se a Visconti também a encenação de dezenas de peças de teatro e de óperas. Recebeu nove grandes prémios, entre os quais a Palma de Ouro do Festival de Cannes, por O Leopardo.
Porque hoje é dia de Finados, e em sua memória, a cena da morte de Gustav Aschenbach, de A Morte em Veneza.
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domingo, 6 de novembro de 2011
Poemas com cinema - Morte em Veneza

De muitas coisas se pode morrer
em Veneza
De velhice de susto
de peste
ou de beleza
Jorge Sousa Braga
de Poemas com cinema, antologia organizada por Joana Matos Frias, Luís Miguel Queirós, Rosa Maria Martelo, Assírio & Alvim, 2010;
imagem: Björn Andrésen no papel de Tadzio em Morte em Veneza de LuchinoVisconti (1971)
imagem: Björn Andrésen no papel de Tadzio em Morte em Veneza de LuchinoVisconti (1971)
quinta-feira, 19 de maio de 2011
A nossa vinheta
No seguimento da postagem de MR e Jad sobre as comemorações de Nino Rota encontrei esta caricatura que me agradou.
Nino Rota, caricatura de Fellini
retirada daqui
Nino Rota na banda sonora do filme de Luchino Visconti , Noites Brancas
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
O Intruso
O último filme de Visconti, adaptação de uma obra de Gabriele d'Annunzio, com Giancarlo Giannini e Laura Antonelli. Mais uma incursão de Visconti na aristocracia em decadência.
Cinemateca Portuguesa
Amanhã, 3.ª feira, 21h30
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Ludwig
Revisitei há poucos dias Ludwig, um dos meus filmes preferidos de Visconti . E continuo maravilhado com a presença de Romy, numa Elizabeth ( Sissi ) madura e tridimensional, tão diferente dos filmes delicodoces com Karlheinz Bohm que fizeram dela uma estrela.
A "química" entre ela e Helmut Berger ( Ludwig ) foi genuína e ficaram amigos. Estes primos Wittelsbach, ele rei da Baviera e ela imperatriz da Áustria, foram realmente as cabeças coroadas mais excêntricas , e simultaneamente intrigantes, do século XIX.
A "química" entre ela e Helmut Berger ( Ludwig ) foi genuína e ficaram amigos. Estes primos Wittelsbach, ele rei da Baviera e ela imperatriz da Áustria, foram realmente as cabeças coroadas mais excêntricas , e simultaneamente intrigantes, do século XIX.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Morte em Veneza, na praia.
A praia que eu gostava de encontrar.
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"(...) só a beleza, meu Fedro, e só ela, é digna de ser amada e visível ao mesmo tempo: ela é — nota bem! — a única forma do espiritual que recebemos através dos sentidos e que podemos suportar pelos sentidos".
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Thomas Mann, Morte em Veneza, Lisboa: Circulo dos Leitores, 1990, p. 84.
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Fotografia cena do filme Morte em Veneza de Luchino Visconti
Gustav Mahler :5ª sinfonia - Adagietto, Parte I. Orquesta sinfónica de Barcelona, dir. Eiji Oue
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quinta-feira, 10 de setembro de 2009
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Morte em Veneza, quando a prosa é poesia!
"MORTE EM VENEZA
Estes segundos andares desfiados de musgo, estes olhos que balouçam nas gôndolas de S. Marcos e logo se fecham no acesso da noite. Até Luchino que, apressado, toma o último vaporento e, um pouco mais tarde, enterra os sapatos na areia molhada. Lido batido pelo vento, esplanadas desfeitas, taciturnas. A humidade que lhe bebe nos cabelos um eminente desejo de purificação. E também no Hotel deserto tudo.
Luchino pensa como é bela Veneza no inverno. E começa a escrever-me uma carta: como é bela Veneza no inverno. Às vezes acredito que hoje não vai amanhecer em Veneza, as águas lambem, desgastam os palácios, as pontes caminham infindáveis labirinto.
Luchino, o interlocutor inválido, amachuca nervosamente o papel.
Esta carta que, no entanto, lerei, um dia".
Manuela Parreira Silva, O Álbum de Vishnu, "Poemário 2009, Lisboa:Assírio & Alvim, 2009.
A acompanhar o poema junto uma das cenas do filme de Luchino Visconti que adoro! Espero que esta ainda não tenha sido colocada.
Estes segundos andares desfiados de musgo, estes olhos que balouçam nas gôndolas de S. Marcos e logo se fecham no acesso da noite. Até Luchino que, apressado, toma o último vaporento e, um pouco mais tarde, enterra os sapatos na areia molhada. Lido batido pelo vento, esplanadas desfeitas, taciturnas. A humidade que lhe bebe nos cabelos um eminente desejo de purificação. E também no Hotel deserto tudo.
Luchino pensa como é bela Veneza no inverno. E começa a escrever-me uma carta: como é bela Veneza no inverno. Às vezes acredito que hoje não vai amanhecer em Veneza, as águas lambem, desgastam os palácios, as pontes caminham infindáveis labirinto.
Luchino, o interlocutor inválido, amachuca nervosamente o papel.
Esta carta que, no entanto, lerei, um dia".
Manuela Parreira Silva, O Álbum de Vishnu, "Poemário 2009, Lisboa:Assírio & Alvim, 2009.
A acompanhar o poema junto uma das cenas do filme de Luchino Visconti que adoro! Espero que esta ainda não tenha sido colocada.
quarta-feira, 18 de março de 2009
Obsessão, de Luchino Visconti

Filme de 1942
«O primeiro filme de Visconti, uma das suas obras-primas absolutas, foi realizado em plena guerra e adaptou o romance O carteiro toca sempre duas vezes, de James Cain. O filme costuma ser considerado um precursor do neo-realismo, interpretação que se justifica, na medida em que Visconti mostra um mundo totalmente oposto ao das amáveis comédias italianas do período, com personagens pobres, desempregadas, homicidas. “A Itália não é isto”, teria dito Mussolini ao ver o filme. Inegavelmente realista, é também impregnado por algum fatalismo, próximo do cinema francês dos anos 30, e ilustra o culto dos corpos e a mística da carne, que estão no cerne do cinema de Visconti.» (do programa da Cinemateca)
Cinemateca Portuguesa
25 Março, às 21h30
cópia legendada em francês
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
domingo, 9 de novembro de 2008
Le Notti Bianche
Le Notti Bianche (1957)
Realizador: Luchino Visconti
Tive a oportunidade de ver (ontem Sábado) As Noites Brancas de Luchino Visconti, integrado no ciclo Temps d'images (qualquer dos dois acontecimentos anunciados neste blogue).
O filme é extraordinário. Combina o neo realismo com o romantismo.
A cena de dança no bar - em que a felicidade estampada nos olhares é separada por diversas pessoas que se interpõem entre os dois - é igualmente inesquecível.
Nada de mais belo e comovente do que o momento em que Mário (Marcello Mastroianni) agradece a Natália (Maria Schell) "o momento de felicidade" que ela lhe deu, imagens que se podem rever na sequência que aqui recordamos.
Maria Schell - Natália
Marcello Mastroianni - Mário
Jean Marais - o outro (o inquilino)
Realizador: Luchino Visconti
Tive a oportunidade de ver (ontem Sábado) As Noites Brancas de Luchino Visconti, integrado no ciclo Temps d'images (qualquer dos dois acontecimentos anunciados neste blogue).
O filme é extraordinário. Combina o neo realismo com o romantismo.
A cena de dança no bar - em que a felicidade estampada nos olhares é separada por diversas pessoas que se interpõem entre os dois - é igualmente inesquecível.
Nada de mais belo e comovente do que o momento em que Mário (Marcello Mastroianni) agradece a Natália (Maria Schell) "o momento de felicidade" que ela lhe deu, imagens que se podem rever na sequência que aqui recordamos.
Maria Schell - Natália
Marcello Mastroianni - Mário
Jean Marais - o outro (o inquilino)
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Noites Brancas, de Luchino Visconti
Este filme, de 1957, adapta um conto de Dostoiévski. Interpretado por Marcello Mastroianni, Maria Schell e Jean Marais, tem uma bela banda sonora de Nino Rota.
Passa na Cinemateca, no sábado, dia 8, às 19h00.
http://www.luchinovisconti.net/visconti_sc_film/notti_bianche.htm
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Os meus filmes 9
Il Gattopardo (1963)
Realizador: Luchino Visconti
Um filme que me faz sonhar... recordar... e ...
Música maravilhosa de Nino Rota
Burt Lancaster ... Prince Don Fabrizio Salina
Claudia Cardinale ... Angelica Sedara / Bertiana
Alain Delon ... Tancredi Falconeri
Paolo Stoppa ... Don Calogero Sedara
Rina Morelli ... Princess Maria Stella Salina
Romolo Valli ... Father Pirrone
Terence Hill ... Count Cavriaghi (as Mario Girotti)
Pierre Clémenti ... Francesco Paolo
Lucilla Morlacchi ... Concetta
Giuliano Gemma ... Garibaldi's General
Ida Galli ... Carolina
Ottavia Piccolo ... Caterina
Carlo Valenzano ... Paolo
Brook Fuller ... Little Prince
Anna Maria Bottini ... Mademoiselle Dombreuil, the Governess
[...]
Realizador: Luchino Visconti
Um filme que me faz sonhar... recordar... e ...
Música maravilhosa de Nino Rota
Burt Lancaster ... Prince Don Fabrizio Salina
Claudia Cardinale ... Angelica Sedara / Bertiana
Alain Delon ... Tancredi Falconeri
Paolo Stoppa ... Don Calogero Sedara
Rina Morelli ... Princess Maria Stella Salina
Romolo Valli ... Father Pirrone
Terence Hill ... Count Cavriaghi (as Mario Girotti)
Pierre Clémenti ... Francesco Paolo
Lucilla Morlacchi ... Concetta
Giuliano Gemma ... Garibaldi's General
Ida Galli ... Carolina
Ottavia Piccolo ... Caterina
Carlo Valenzano ... Paolo
Brook Fuller ... Little Prince
Anna Maria Bottini ... Mademoiselle Dombreuil, the Governess
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