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A guerra judicial começada em 1998 por
Maria del Carmen Formoso, autora de
Carmen, Carmela, Carmina contra
Camilo José Cela, autor de
A Cruz de Santo André, continua nos tribunais espanhóis. E desta vez foi dada razão a Carmen Formoso por um tribunal de Barcelona, depois do Tribunal Constitucional ter mandado reabrir o processo, que considerou que Cela efectivamente plagiou o mencionado livro de Formoso. As próprias circunstâncias da apresentação tardia do livro de Cela ao Prémio Planeta, prémio a que Carmen Formoso igualmente tinha concorrido, foram consideradas também como prova do plágio e confirmariam a cumplicidade de alguém ( que agora é o único réu, Juan Lara Bosch ) no plágio.
A editora de Cela já recorreu. O Nobel galego se efectivamente plagiou está já a prestar contas num tribunal onde não há recurso.
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