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É levada primeira para o camp des Tourelles, depois para o mais sinistro campo de Drancy. Embora esteja detida juntamente com outras "arianas" que cometeram o mesmo "crime", Françoise vê, ouve e regista no diário que então começa o que se passa com as judias detidas e os seus filhos que não tiveram a mesma sorte dela que foi libertada a 30 de Agosto, depois de quase 3 meses de cárcere. Françoise Siefridt tem hoje 88 anos e vive no Havre.
" 18 Août : Ce soir, il est arrivé encore mille enfants. Mais maintenant je suis blindée. (...) C' est l' intelligence seule qui réagit, le coeur reste inerte. "
- J' ai voulu porter l' étoile jaune, Françoise Siefridt, prefácio de Jacques Duquesne, ed. Robert Laffont, 218p, Janeiro de 2010.
1 comentário:
Deve ser interessante! :)
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